Sem vacina, chegada de Laura Bolsonaro em Colégio Militar de Brasília, tem gerado tensão e preocupação entre a equipe pedagógica e pais

Por: Redação

Twitter/Reprodução

A filha mais nova do presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), Laura Bolsonaro, de 11 anos, foi admitida pelo Exército, instituição à qual o Colégio Militar de Brasília (CMB) está subordinado, em outubro para cursar o 6º ano em 2022.

Ela, no entanto, não foi submetida a processo seletivo para admissão e nem está imunizada contra a Covid-19, conforme anunciou Bolsonaro: “minha filha não vai se vacinar, tem 11 anos de idade”.

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou na terça-feira (18/1) a ampliação da vacinação infantil contra a covid-19, para crianças de 8 a 11 anos, preocupado com os cuidados de retorno do ano letivo, porém, exigir comprovante de vacinação aos estudantes da rede pública está descartada essa possibilidade, segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

O Colégio Militar de Brasília (CMB), que já iniciou o ano letivo no dia (24/1), também informou que não cobrará comprovante de vacinação de seus alunos

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