Jesus votaria em Bolsonaro ou Lula? Saiba por que nenhum deles seria escolhido pelo filho de Deus – segundo duas religiões

Por: Redação

Dizer hoje, que a fé está separada do âmbito privado da política partidária pós-Bolsonaro é para poucas denominações cristãos.

Se destacam por estarem longe da política pouquíssimas igrejas como: os Adventistas e as Testemunhas de Jeová entre outras pouquíssimas casas de orações e louvor a Deus.

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Os Adventistas e a política

A Igreja crê que só poderá preservar esse princípio por meio de uma postura denominacional sem compromissos partidários, não se posicionando nem a favor e nem contra quaisquer regimes ou partidos políticos.

A Igreja encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional. O cristianismo apostólico cumpria sua missão evangélica sob as estruturas opressoras do Império Romano sem se voltar contra elas. O próprio Cristo afirmou que o Seu reino “não é deste mundo” e que, por conseguinte, os Seus “ministros” não empunham bandeiras políticas (João 18:36). Qualquer compromisso político ou partidário por parte da denominação dificultaria a pregação do “evangelho eterno”a todos os seres humanos indistinta-mente (Mateus24:14; Apocalipse14:6).

Testemunhas de Jeová são neutras em assuntos políticos

As Testemunhas de Jeová são neutras em assuntos políticos por causa de suas crenças religiosas, baseadas no que a Bíblia ensina. Nós não votamos em candidatos ou partidos políticos, não concorremos em cargos políticos e não participamos de nenhuma ação para influenciar ou mudar governos. Acreditamos que a Bíblia dá bons motivos para sermos neutros. Seguimos o exemplo de Jesus, que se recusou a aceitar um cargo político. (João 6:15) Ele ensinou que seus discípulos não deveriam ‘fazer parte do mundo’ e deixou claro que eles não deveriam se envolver em assuntos políticos. — João 17:14, 16; 18:36; Marcos 12:13-17.

Somos leais ao Reino de Deus, ao qual Jesus se referiu quando disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada.” (Mateus 24:14) Somos representantes do Reino de Deus e temos a obrigação de anunciar a sua chegada. Por isso, somos neutros nos assuntos políticos de todos os países, incluindo o país onde moramos. — 2 Coríntios 5:20; Efésios 6:20.

Por permanecermos neutros, podemos falar as boas novas do Reino de Deus com todas as pessoas, não importa a ideologia política que tenham. Tentamos mostrar por palavras e ações que confiamos no Reino de Deus para resolver os problemas do mundo. — Salmo 56:11.

Como não há divisão política entre nós, estamos unidos em uma fraternidade mundial. (Colossenses 3:14; 1 Pedro 2:17) Por outro lado, religiões que se intrometem na política causam divisão entre seus adeptos. — 1 Coríntios 1:10.

Testemunhas de Jeová

“Não há nenhum homem justo na terra, que continue fazendo o bem.” — Eclesiastes 7:20.

O PROBLEMA: Governos humanos são mantidos por taxas e impostos pagos pelos cidadãos. Todo esse dinheiro faz com que algumas autoridades se sintam tentadas a roubar. Já outras autoridades aceitam suborno daqueles que querem sonegar impostos. Isso se transforma num círculo vicioso — o governo aumenta os impostos para cobrir as perdas, e isso por sua vez resulta em mais corrupção. No final, as pessoas honestas são as que mais sofrem.

O PROBLEMA: Na teoria, as eleições realizadas em muitos países dão às pessoas a chance de tirar as autoridades corruptas do poder. Mas, na prática, campanhas políticas e eleições tendem a ser corruptas, mesmo nos chamados países desenvolvidos. Por meio de contribuições para campanhas e outras estratégias, o rico pode influenciar quem está no governo ou quem governará.

O PROBLEMA: Você talvez pense que novas leis poderiam resolver o problema. No entanto, especialistas têm percebido que, quanto mais leis são criadas, maiores são as brechas para a corrupção. Além disso, as leis criadas para reduzir a corrupção muitas vezes têm um custo elevado e dão poucos resultados.

A SOLUÇÃO: As leis do Reino de Deus são muito superiores às leis dos governos humanos. Por exemplo, em vez de criar uma extensa lista de leis, Jesus ensinou o que é chamado de Regra de Ouro. Ele disse: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” (Mateus 7:12) Ainda mais importante é que as leis do Reino se concentram nas motivações e ações das pessoas. Jesus disse: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” (Mateus 22:39) Deus, que consegue ler o coração, pode fazer com que essas leis sejam cumpridas. — 1 Samuel 16:7.

Igrejas com parlamentares da bancada evangélica no Congresso Nacional não quiseram falar sobre o assunto com o portal.

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