Deputados evangélicos roubam, matam, destroem, mentem…e pregam a palavra de Deus

Diz a Bíblia Sagrada que:  “O ladrão não vem, senão para roubar, matar e destruir. Eu vim para que as ovelhas tenham vida, e vida em plenitude”. João 10:10.

Pano de fundo o evangelho

Ex-deputado Adão Xavier (PMDB-DF) – Igreja Assembleia de Deus

dep. Adão XavierAssassinato
Formalmente acusado de homicídio qualificado, em maio de 2004, Adão Xavier, membro da Igreja Assembleia de Deus ainda não foi levado a julgamento. O ex-deputado distrital do PMDB, que teve o mandato cassado, tem se valido de recursos judiciais para protelar uma sentença no Tribunal do Júri de Samambaia, onde será submetido a um corpo de jurados e poderá ser condenado à prisão.
 
O processo tramita há dois anos em grau de recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a defesa de Xavier questiona a sentença de pronúncia, pela qual o processo deve ser remetido ao julgamento popular. O caso será apreciado pela 5ª Turma do STJ, sob a relatoria do ministro Jorge Mussi. Não há data prevista para a análise. Os demais envolvidos no crime já foram levados a júri e condenados. Mas o processo de Xavier tem caminhado de forma mais lenta. O ex-deputado é acusado de ser o mandante do assassinato de Ewerton da Rocha Ferreira, 16 anos. O jovem que mantinha um relacionamento com a ex-mulher de Xavier, Maria Lúcia de Araújo Xavier, foi executado com dois tiros na cabeça. O corpo do rapaz foi encontrado em março de 2004 atrás de uma parada de ônibus no Recanto das Emas.
 

A acusação aponta que Xavier contratou Eduardo Gomes da Silva, conhecido como Risadinha, já condenado a 19 anos e três meses de prisão, por R$ 15 mil para executar o adolescente. De acordo com a denúncia, Silva pagou R$ 2 mil para Leandro Dias Duarte, condenado a 15 anos de detenção, e para um adolescente cometerem o crime. O autor do disparo, de acordo com a acusação, foi o adolescente.

Paradeiro

Área especial número 08 setor D Taguatinga Sul – Igreja Evangélica Assembleia de Deus
 
 

Ex-deputado Júnior Brunelli (DEM) – Igreja Catedral da Benção

Júnior Brunelli (DEM)
Assassinato
Júnior Brunelli é acusado de mandar matar alguns “adversários políticos”. Júlio César de Souza o acusa de ter mandado matar sua esposa Janaína de Souza. César prestou depoimento acompanhado por promotores de Justiça e por advogados do deputado. Segundo Júlio César, o próprio, faz parte de um grupo de extermínio, por recomendações do deputado Brunelli. Todos as denúncias e informações sigilosas estão sendo analisadas pelo delegado Mário Nóbrega.
 
Corrupção passiva e Lavagem de dinheiro
De acordo com as investigações, o ex-deputado é acusado de ser o mentor do desvio de R$ 1,7 milhão em 2009. Brunelli teria solicitado os valores à Sedest (Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda), mas os projetos nunca foram realizados.
As investigações, conduzidas pela Deco (Delegacia de Repressão ao Crime Organizado), acusam Brunelli de ter adquirido R$ 1,7 milhão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e Transparência de Renda (Sedest) para realizar quatro projetos sociais voltados a idosos na Associação Monte das Oliveiras (AMO). O dinheiro, no entanto, nunca teria sido utilizado para o fim destinado.
Ele é acusado de falsificar documentos e desviar dinheiro público que deveria ir para uma instituição de caridade. Na casa dele, a polícia apreendeu computadores e diversos bens.
 
Oração da propina
Acusado pelo envolvimento no esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM, o ex-distrital foi condenado à perda de bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio no valor de R$ 400 mil e deverá pagar multa civil no valor R$ 1,2 milhão, além de multa por danos morais coletivos no valor de R$ 1,4 milhão.
Brunelli também foi condenado à perda de direitos políticos por dez anos e está proibido de ocupar cargo público e de contratar com o poder público pelo mesmo período. Ele também não poderá receber benefícios fiscais ou de crédito.
Protagonista do episódio que ficou conhecido como “oração da propina”, o ex-distrital foi acusado pelo Ministério Público do DF de ter recebido R$ 30 mil por mês entre 2006 e 2009 para fazer parte da base aliada do governo.

Paradeiro
 
Pastor na igreja Catedral da Benção, ministério comandado por seu pai, Doriel de Oliveira, no subúrbio de São Paulo, Rua Demerval Lobão 184, Vila Ré, no Bairro Artur Alvim, Zona Leste de São Paulo, uma das regiões mais pobres da metrópole.  
 
 

Ex-deputada Eurides Brito (PMDB) – Igreja Adventista do Sétimo Dia

Eurides-Brito_deputada
Improbidade administrativa em esquema de corrupção
 
A ex-deputada Eurides Brito (PMDB) foi condenada em ação de improbidade administrativa a devolver R$ 620 mil aos cofres públicos, correspondente a mesada de R$ 20 mil que teria recebido durante 31 meses em troca de apoio ao Executivo na Câmara Legislativa, entre 2006 e 2009. Em virtude da repercussão negativa do vídeo em que aparece guardando na bolsa um maço de dinheiro que recebeu do ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa, Eurides terá ainda de pagar R$ 1 milhão a título de danos morais à população do Distrito Federal.
A 2ª Vara da Fazenda Pública, em sentença do juiz Álvaro Ciarlini, mandou a política restituir um total de quase R$ 3,5 milhões ao erário.
 
Paradeiro
Igreja Adventista do Sétimo Dia Central de Brasília – Av. L2 Sul, SGA Quadra 611, Módulo 75 – Brasília – DF
 
 

Ex-deputado Leonardo Prudente (DEM) – Igreja Sara Nossa Terra

Ex-deputado Leonardo Prudente (DEM)
Improbidade administrativa e esquema de corrupção
Discípulo do pastor (Bispo) Robson Rodovalho, ex-deputado federal de Brasília, Leonardo Prudente… “Eu recebi o dinheiro e coloquei o mesmo nas minhas vestimentas em função da minha segurança. Eu não uso pasta”afirmou o ex-presidente da CLDF, em entrevista coletiva vergonhosa à várias emissoras jornalisticas.
 
Leonardo Prudente junto com Brunelli, participaram da famosa oração da propina após pegarem dinheiro com o delator do esquema (Caixa de Pandora), Durval Barbosa.
O Ministério Público ajuizouação contra Prudente por vários crimes. Na avaliação do MP, cerca de R$ 6 milhões teriam saído do esquema para as contas do ex-parlamentar.O juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, Álvaro Luís Ciarlini, decretou o bloqueio dos bens do ex-deputado Leonardo Prudente.
 
Paradeiro

SUDOESTE/DF (Embaixada) Sudoeste – Distrito Federal QMSW 04 LTS. 07/08 – SUDOESTE – CEP: 70680-400

Questionados ou flagrados pela “injusta justiça dos homens”, eles não se responsabilizam por suas ações. São provas irrefutáveis, mas a Bíblia serve como brecha para inocentar ou vitimar seus atos perante a multidão de seguidores de seus rebanhos não vacinados com os preceitos morais da ética e justiça social.

Ex-deputado Aguinaldo de Jesus (PRB) – Igreja Universal do Reino de Deus

aguinaldodejesus

O ex-deputado Aguinaldo de Jesus (PRB) foi alvo de duas ações de improbidade propostas pelo Ministério Público do DF.
Quando Secretário de Estado de Esporte, Aguinaldo veio a responder processo por supostas irregularidades na realização do amistoso entre Brasil e Portugal, no Bezerrão, ocorrida em dezembro de 2008. Foi também um dos nove deputados que tiveram as despesas de hospedagem pagas por empresário durante viagem a Goiânia, na véspera da eleição indireta que levou Rogério Rosso ao governo, em abril.

Paradeiro

Não reside nos locais informados à justiça. EQS 212/213 area especial – Asa Sul – Brasília – DF – Brasil
 
 

Deputado Benedito Domingos (PP) – Igreja Assembleia de Deus

posse deputados distritais/Brasília
Condenação e prisão decretada
Domingos já havia sido condenado por formação de quadrilha em 2014, teve a prisão decretada pelo STJ, que acatou pedido do Ministério Público Federal – baseado no novo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a condenação em segunda instância já é suficiente para determinar a prisão.
 
O ex-governador foi condenado em um processo do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal em 2013. A sentença indica que, quando era administrador de Taguatinga em 2008, o deputado distrital agiu de forma decisiva para que o GDF contratasse decoração de Natal da empresa do filho dele.
 
Improbidade administrativa
No início do mês de junho, o Tribunal de Justiça condenou o parlamentar por improbidade administrativa e determinou a devolução de quase R$ 29 milhões aos cofres públicos, por envolvimento no esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM.
De acordo com a ação do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Domingos recebeu onze pagamentos de R$ 30 mil, entre janeiro e novembro de 2009, para fazer parte da base aliada do governo. O parlamentar recebeu ainda R$ 6 milhões para apoiar a candidatura de Arruda, segundo o MP.
 
Além das devoluções e multas, o tribunal condenou o parlamentar a pagar R$ 900 mil por danos morais. Ele também foi condenado à perda de direitos políticos por dez anos e está proibido de ocupar cargo público e de realizar contratos com o poder público pelo mesmo período.
 
Paradeiro
Pastor na Assembleia de Deus Campo de Taguatinga – END: AV. HÉLIO PRATES, AE Nº 04 SETOR J NORTE -TAGUATINGA NORTE

Bispo Renato Andrade – Igreja de Deus

Bispo Renato
O bispo e deputado distrital (2015 – 2018), Renato Andrade (PR), é  um dos citados nos grampos de Liliane Roriz (PTB) por envolvimento num suposto esquema de cobrança de propina em contratos da saúde do DF.
O empresário Afonso Assad, presidente da Associação Brasiliense de Construtores, prestou depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) há cerca de um mês, (julho/2016), onde afirmou que um emissário da Câmara Legislativa o procurou para cobrar propina. Segundo Assad, essa pessoa falava em nome de deputados distritais. Trata-se do irmão Alexandre Braga Cerqueira secretário executivo da Terceira Secretaria da Casa, indicado por Bispo Renato (PR).
 

Julio Cesar Ribeiro – Igreja Universal do Reino de Deus

Julio Cesar Ribeiro
O deputado distrital (2015 – 2018) e pastor Júlio César (PRB), atual líder do governo na Casa, teria tentado fazer uma negociação com o empresário Afonso Assad. De acordo com os áudios em poder do Ministério Público, o empresário poderia intermediar contratos com a Secretaria de Educação e repassar uma porcentagem do dinheiro público aos deputados distritais da Mesa Diretora da CLDF: Presidente: Celina Leão (PPS), Vice-Presidente: Liliane Roriz (PRTB), 1° Secretário: Raimundo Ribeiro (PSDB), Suplente: Agaciel Maia (PTC), 2° Secretário: Júlio César (PRB), Suplente: Lira (PHS), 3º Secretário: Renato Andrade (PR), Suplente: Rodrigo Delmasso (PTN).
 

Sandra Faraj – Igreja Ministério da Fé

sandra-farajDeputada e pastora Sandra Faraj quer dar título de cidadão honorário a pastor investigado na Operação Lava Jato.

A deputada distrital Sandra Faraj (SD) apresentou proposta de concessão do título de cidadão honorário ao pastor Samuel Cássio Ferreira.

O religioso é investigado pela Operação Lava Jato por suas profundas ligações com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A igreja do pastor, em Campinas, foi pichada após a menção na denúncia da Procuradoria-Geral da República.

Na justificativa pela proposta do título, a pastora Faraj alega que “o pastor Samuel, como presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus de São Paulo, tem investido na educação religiosa de jovens e adolescentes, pela distribuição de bíblias e material didático”.

Novo escândalo 2017

Um empresário do Distrito Federal entrou na Justiça para cobrar faturas que, segundo ele, estão pendentes com o gabinete da deputada distrital Sandra Faraj (SD). Segundo Felipe Nogueira, a dívida chega a R$ 150 mil, referentes a serviços de divulgação da atividade parlamentar. A deputada diz que o trabalho foi pago.

De acordo com Nogueira, a verba indenizatória para honrar o contrato chegou a ser liberada pela Câmara Legislativa, mas não chegou ao caixa da empresa. O contrato foi firmado em fevereiro de 2015, e incluía serviços de publicidade, manutenção de site, envio de mensagens e emails para eleitores e confecção de banners, entre outros.

Com base nesse contrato, a Netpub Comunicação e Tecnologia teria entregue 12 notas fiscais ao gabinete de Sandra, com valores entre R$ 14 mil e R$ 15 mil. As notas constam na prestação de contas da parlamentar no site da Câmara Legislativa, carimbadas com um selo de “recebemos” – ou seja, aparecem no sistema como quitadas. Segundo o empresário, esse registro “formal” foi exigência da deputada.

“Ela falou para eu ter paciência porque, no momento, era momento de investimento em outras áreas. E que, uma hora, nós iríamos acertar isso. Eu nunca recebi esse valor total”, afirma ele.

Nogueira diz que, após muita negociação, conseguiu fechar acordo para a quitação de parte da dívida, em 10 boletos de R$ 2.655. A empresa não renovou contrato, enviou uma cobrança de R$ 150 mil e agora, quer o pagamento desse restante na Justiça.

Contrato viciado

Na entrevista à TV Globo, nesta segunda-feira (13), o empresário também admitiu ter trabalhado ilegalmente no gabinete da deputada, em 2015. Nogueira afirma que a relação com Sandra Faraj começou em 2014, na campanha eleitoral. Quando assumiu o cargo, ela o contratou para um cargo comissionado de alto posto, com salário de R$ 11 mil. 

Na prática, Nogueira trabalhava no gabinete de Faraj enquanto a empresa, que está em nome da mulher e de um sócio, prestava serviços para o mesmo gabinete. Além dessa irregularidade, o empresário assume que assinou uma declaração em 2016, com data retroativa a 2015, negando que tivesse parente ou sócio prestando serviço à Câmara Legislativa.

“Ela nos intimidou. Falou que, se não fizéssemos isso, ela ia mandar a gente embora. É claro que ela sabia [do contrato], porque nada ali dentro corre sem uma pesquisa, né?”, diz.

Em nota, o gabinete de Sandra Faraj disse “estranhar” a alegação de falta de pagamento, feita pela empresa, já que o contrato foi rescindido há um ano. nesta segunda, Felipe Nogueira foi exonerado do cargo em comissão.

Informações Globo/DF

Operação Hemera: MPDFT pede quebra de sigilo telefônico de Sandra Faraj e Fadi Faraj

 

O Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) pediu à Justiça local, nesta segunda-feira (09/04/18), a quebra de sigilo telefônico da distrital Sandra Faraj (PR) e do irmão dela, o suplente de senador Fadi Faraj, além de outras três pessoas. O órgão quer ter acesso ao registro das ligações e ao conteúdo das mensagens trocadas pelos alvos no período compreendido entre 1º de janeiro e 28 de fevereiro de 2017.

A distrital é investigada na Operação Hemera pelo suposto desvio de R$ 142 mil em verba indenizatória, valor que deveria ser repassado à Agência Netpub, em razão da prestação de serviços de informática e publicidade ao longo de um ano. De acordo com o MPDFT, há indícios de que, a mando dela, comissionados furtaram um computador com informações prejudiciais à parlamentar na sede da empresa, em 9 de fevereiro de 2017.

O órgão destaca que, o acesso às mensagens e ligações contribuiria para o esclarecimento da dinâmica da prática criminosa, “a partir da demonstração do padrão usual de interlocução telefônica entre os investigados e da comparação com a quantidade, duração e sequência das chamadas originadas/recebidas na data do furto”.

Ademais, os registros das Estações Rádio Base vinculadas aos celulares demonstrariam os deslocamentos dos investigados no dia do crime. Além de Sandra e Fadi Faraj, são alvos da medida os funcionários da parlamentar Kátia Siqueira e Harisson Nepomuceno; e o braço-direito do suplente, Renato Lúcio de Lima.

Ações acumuladas contra Faraj

 

Pelo suposto desvio dos R$ 142 mil, a distrital foi denunciada, na esfera criminal, por estelionato majorado. A deliberação sobre o recebimento da denúncia, suspensa no mês passado, será retomada, nesta terça-feira (10), no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT). Na área cível, ela responde por improbidade administrativa. Há, também, uma ação em trâmite na 2ª Vara de Execução Extrajudicial, que requer o pagamento da dívida.

 
 
A Igreja deve se envolver com a política? 
 
No Distrito Federal, aumentou o número de deputados distritais que vão compor a bancada evangélica na Câmara Legislativa (CLDF) a partir de 2015 para 2018. São eles a saber:
  • Júlio César (PRB), é evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus.
  • Pastora Sandra Faraj (SDD), Igreja Comunidade da Fé.
  • Diácono Wasny de Roure (PT), Igreja Batista.
  • Pastor Bispo Renato (PR), Igreja de Deus.
  • Celina Leão (PPS), Igreja Comunidade das Nações.
  • Pastor Rodrigo Delmasso (PTN), Igreja Sara Nossa Terra.

É irmãos, vamos orar, que o inimigo está furioso! Mas quem é o inimigo? A justiça! “Quem é limpo limpe-se mais e quem é sujo suje-se mais ainda.” — Apocalipse 22:11.

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