UBS 5 de Taguatinga: Autodeclarada enfermeira tumultua vacinação e agride profissional

Por: Ivan Rodrigues

Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Taguatinga
Foto: Breno Esaki / SES

No sábado (24), pela manhã, na  Unidade Básica de Saúde 5  de Taguatinga, uma mulher, se dizendo “enfermeira da Saúde”, agrediu o enfermeiro Wellington Antônio da Silva que fazia o cadastro das pessoas que estavam na fila do mutirão da vacina promovida pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). 

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No vídeo, observa-se que o enfermeiro é cercado por duas mulheres, uma filmando sem autorização, e, a outra o agride tentando arrancar o crachá do profissional com truculência. 
Wellington Antônio que demonstra querer resolver a situação da autodeclarada enfermeira, quando percebe que as mesmas estão naquele ambiente apenas para tumultuar seu trabalho, quando o mesmo pergunta respeitosamente: “A senhora vai me fotografar? 


Quando a autodeclarada enfermeira afirma: “Tô filmando porque eu também sou da saúde”. 
O enfermeiro responde: “Então tá! Deixa eu filmar a senhora também”. Quando a outra mulher que a acompanha arranca do pescoço do profissional seu crachá profissional. 


A outra mulher que está a filmar diz: “Tô gestante, cheguei aqui no posto”. 


O profissional diz: “Tá gestante, tem um monte de gestante e idosos na fila e esta senhora quer burlar a fila”. O mesmo pede ao vigilante que seja chamada a polícia para as duas mulheres. 
O vigilante chama as duas para longe do profissional, a fim de cessar a agressão ao mesmo, para que prossiga com seu trabalho.   


A mesma continua: “Eu, sou enfermeira da saúde”. 
As duas mulheres em questão, no mínimo, praticam – Assédio moral – que é a exposição de pessoas a situações humilhantes e constrangedoras no ambiente de trabalho, de forma repetitiva e prolongada, no exercício de suas atividades. 

Sobre a situação de gravidez narrada pelas mesmas, o portal esteve no local, e constatou que outras mulheres grávidas e idosos aguardavam em fila, pois se tratava de um mutirão de vacinação, com respeito a cada situação específica. Usar do título de enfermeira ou de uma situação fisiológica normal, para prioridade entre os demais iguais, na mesma situação, é falta de caráter com fundo de esperteza, que neste caso não se concretizou em razão do bom senso do profissional.


A autodeclarada enfermeira já foi identificada e responderá nas esferas cabíveis, inclusive junto ao Conselho Regional de Enfermagem (COREN-DF), podendo até perder seu registro de classe.     

Comentários

  • Dayane disse:

    Já fui lá nesse posto esse mesmo senhor mau educado discute com todo mundo, quer ter razão em tudo não tem empatia. Já presenciei duas discussões em dias diferentes. Aliás todo mundo lá nao gosta de trabalhar tirando a Doris o restante deveria aposentar como já ouvi muitos falar que tava doido pra se livrar aposentava e depois voltava.

  • Fatima Policena disse:

    As pessoas,falam tanto de Politicos,,usando de seus Previlegios e uso indevido,de dese seus cargos,e continuam fazendo o mesmo…falta de carater.Bom censo.