ECONOMIA | Por que não comprar ações de incorporadoras agora

28 de Janeiro de 2020

Por Ivan Rodrigues

O número de empresas que deixaram a bolsa ou entraram em recuperação judicial mostra a complexidade do setor. Por exemplo: Rossi, Camargo Correa Desenvolvimento Imobiliário, Agra, PDG, CR2, Inpar (Viver), Abyara, Klabin Segall e Company, não operam mais na bolsa ou entraram em recuperação judicial.

O crescimento do número de canteiros de obras não gerou ganhos suficientes para investir e crescer reduzindo o endividamento dessas incorporadoras. A taxa de insucesso entre as companhias do setor foi grande demais.

Um setor que depende altamente – diretamente – do crescimento da renda da população, que apresenta uma recuperação economia tímida, da geração de emprego, não favorece a ampliação sustentada do setor, pois o mutuário precisa ter confiança para assumir as parcelas da responsabilidades a longo prazo.

Para quem deseja ou está se planejando para investir, precisa olhar essa variável econômica bem de perto, pois ela é o algoritmo para que as ações do setor se valorizem.

Com algumas informações da Comissão de Valores Mobiliários

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