O advogado Eraldo José Cavalcante Pereira e o sargento do Corpo de Bombeiros Noé Albuquerque Oliveira mataram Cleuza Maria Cayres, 69 anos, e Ricardo Clemente Cayres, 46, mãe e filho?

Por: Ivan Rodrigues

Suspeito de envolvimento no acidente que deixou dois mortos neste domingo (30) na L4 Sul, no Distrito Federal, o bombeiro militar Noé Albuquerque confessou à Polícia Civil que o grupo tinha consumido bebida alcóolica antes da batida.

Em depoimento, Noé disse que ele e o cunhado Eraldo José Cavalcante Pereira – que dirigia o carro que bateu – tomaram “uma latinha, algo assim” ao longo do domingo. Segundo ele, nenhum dos dois estava embriagado no momento do acidente.

As Vítimas
Morreram no acidente: Cleuza Maria Cayres, 69 anos, e Ricardo Clemente Cayres, 46, mãe e filho. Por volta das 22h30 de domingo, três horas depois do acidente, os corpos foram retirados das ferragens. Ambos estavam no banco traseiro do Fiesta vermelho, com cinto de segurança. Os outros ocupantes eram Helberton Silva Quintão, 37, e Oswaldo Clemente Cayres, 72. Os dois foram levados ao Hospital de Base desorientados, mas já tinha sido liberados na tarde desta segunda-feira.

Cleuza e Oswaldo eram casados e têm quatro filhos, entre eles, Ricardo, que morreu no acidente. Helberton é genro do casal e dirigia o carro no momento do acidente.

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