Insistir com imposto de 0,2% sobre transações financeiras é jogar uma pá de cal na reforma tributária

Por Ivan Rodrigues – S&DS

Brasília – 28 de Setembro de 2020

Fundeb,
Jair Bolsonaro,
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Bolsonaro, Paulo Guedes e Ricardo Barros

Não houve consenso em torno da segunda etapa da reforma tributária, em reunião ocorrida hoje (28), entre os líderes partidários e o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR).

“A reforma tributária não houve ainda um acordo com os senhores líderes sobre um texto possível. Nós continuaremos trabalhando para que ela possa avançar”, tentou amenizar Barros.

Como forma de compensar a desoneração da folha de pagamento, o governo propôs na reunião a criação de um imposto sobre transações com alíquota de 0,2%, proposta rechaçada por grande parte dos líderes.

Até agora, a pseudorreforma tributária do ministro Paulo Guedes não apresentou um estudo fundamentado para demostrar eventuais resultados. Paulo Guedes chega ao ponto de voltar a insistir com a famigerada (CPMF), por conta da facilidade e progressividade de arrecadar mais impostos em cima dos contribuintes.

Independentemente de cor partidária, quando o assunto é reforma tributária, sempre aparece um imposto novo ou recauchutado.

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