Youtuber Lukas Marques contratado por R$ 295 mil pelo MEC demonstrou seu verdadeiro lado preconceituoso, xenofóbico, homofóbico, racistas…Heil!, Heil Lukas!, Heil mein Lukas!

                                      Lukas Marques à esquerda do vídeo.

O youtuber Lukas Marques gravando vídeos pagos sobre a reforma do ensino médio; no mínimo, uma piada de péssimo gosto. Após se notabilizar no mundo virtual das redes sociais fazendo alusões e afirmativas negativas – contra grupos de pessoas – de cunho contrário ao socialmente aceito por uma sociedade que batalha rumo aos países desenvolvidos de primeiro mundo, deveria pelo menos servi de parâmetro para o Ministério da Educação (MEC), nem cogitar tal possibilidade de contratação.  

Lukas Marques abordou temas contra mulheres, nordestinos, negros e gays feitos entre 2012 e 2014, em suas redes sociais entrando para o mundo dos Youtubers. 

O Youtuber pediu desculpas nesta sexta-feira (17) por posts antigos com conteúdo racistas e preconceituosos em seu perfil no Twitter.

“Sobre meus tweets antigos, eu peço desculpas. Não é como eu penso e me arrependo de ter postado. Nunca tive a intenção de ofender ninguém”, Lukas Marques.

O site

Senhor Lukas Marques, você não nos deve desculpas não. Você reflete o que pensam seus seguidores [Heil!, Heil Lukas!, Heil mein Lukas].   Mas sim, o Ministério da Educação (MEC), por tamanha afronta aos direitos consagrados na Constituição Federal.

[Ninguém será discriminado, prejudicado ou privilegiado em razão de nascimento, idade, etnia, raça, cor, sexo, estado civil, trabalho rural ou urbano, religião, convicções políticas ou filosóficas, deficiência física ou mental, por ter cumprido pena nem por qualquer particularidade ou condição]. 

Nota MEC

“As posições pessoais adotadas pelos youtubers são de foro privado e não refletem o pensamento do MEC e nem do Governo. Reafirmamos nosso compromisso com a educação de qualidade, com a pluralidade de pensamento e com o respeito à diversidade e às diferenças.

O MEC lamenta a tentativa de alguns setores de tentar tumultuar a discussão do novo ensino médio com falsa polêmica. A campanha institucional do ensino médio utilizou vários tipos de mídia com jornais, revistas, sites, blogs, portais e influenciadores digitais, visando a divulgação e esclarecimento sobre a reforma do Ensino Médio para público diverso e específico.

A contratação dos serviços de produção e veiculação é de responsabilidade da agência, contratada, por meio de licitação, de acordo com Lei 12.232/10.”

1 Comentário

  • Elder disse:

    O governo poderia lançar a verba de publicidade para algo útil, exemplo: COMPRAR cursos técnicos online em sites que hospedem estes conteúdos como Youtube, mesmo que não tenham o conhecimento prático e apenas teórico ajudaria muitas empresas, autônomos e trabalhadores.
    obs.: além de outros cursos interessantes como Direito do consumidor.

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