O Rio de Janeiro está sobre a maldição branca dos escravocratas

Após a “Lei Áurea”, os negros libertos, nem todos foram, buscaram moradia em regiões precárias e afastadas dos bairros centrais das cidades. A reforma urbana no Rio de Janeiro, em 1904, expulsou as populações pobres para os morros.

Gisele e JaimeVárias causas podem ser arroladas para explicarem as sangrias nas ruas do Rio de Janeiro como as ocorridas nas mortes da médica Gisele Palhares Gouvêa, de 34 anos, óbito no fim da tarde deste domingo (26), com um tiro na cabeça, na Linha Vermelha e do cardiologista Jaime Gold, de 55 anos, morto a facadas na Lagoa em maio de 2016.

A causa explicativa que não se ousa falar é a maldição que os homens trouxeram para os seus seios familiares quando praticaram ou mesmo apoiaram as atrocidades da escravidão. Não estamos discorrendo sobre a ótica simplista de religião quando mencionamos ‘maldição’.

Diz o espírito: “Aqui, pois, derramastes sangue igual ao seu, mergulhando muitos irmãos – homens, mulheres, idosos e crianças – precocemente  no mundo dos mortos. Dentro da energia do planeta, ainda vigem a sombra, a morte, as lágrimas…dos extirpados por vossos ancestrais”.

Éramos todos humanos até que a raça nos desligou; a religião nos separou; a política nos dividiu e o dinheiro nos classificou. Deva Nishok

Muitos desencarnados precoce, sobre os açoites ou enforcados para uma grande multidão que se reunia para assistir ao látego do carrasco abater-se sobre o corpo do negro escravo condenado para delírio da multidão excitada que aplaudia, enquanto o chicote abria estrias de sangue no dorso nu do negro escravo que ficava à execração pública, cobram por justiça sobre a iniquidade dos brancos. A maldição não é transmitida diretamente e sim os efeitos do pecado praticados sobre os filhos.

Assim como os negros não puderam fugir de seu destino, vocês também não conseguirão. Há muita energia espiritual sobre a existência que jamais compreenderemos. Vamos orar a Deus pedindo paz.

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