Descontrole de Horas Extras na Saúde do DF

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal

 Um bom negócio no contra cheque do servidor, que não reflete na qualidade e melhoria da assistência prestada aos usuários do SUS. 

O pagamento de horas extras era feito sem o devido controle. O valor era creditado inclusive para servidores de licença ou de férias, segundo o controlador-geral do DF, Djacyr Cavalcanti, à Comissão Geral da CLDF em (07/08).

Algumas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) foram criadas mesmo sem médicos e enfermeiros visando somente o recebimento de horas extras. Vamos aos números!

Em 2013 o gasto com horas extras subiu 78,1% se comparado com o mesmo período de 2012.

Já em 2014, o aumento ficou em 8,4%, sendo este o menor patamar de acréscimo entre 2012 a 2015.

O descontrole ficou latente em 2015, quando se gastou 64,5% no primeiro semestre, consumindo quase todo o recurso para o ano.

Veja também: 

Por meio de nota da Assessoria de Comunicação (ASCOM) a SES-DF explicou que em julho, as cotas estabelecidas para o banco de horas-extras foram excedidas e que por esse motivo, deverá fazer um controle rigoroso da concessão de HEs. “De acordo com a Subsecretaria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde (SUGETES), o teto mensal permitido foi excedido no mês de julho. Portanto, a área técnica entrou em contato com as coordenações regionais alertando que a fiscalização deve ser mais rigorosa, prevenindo, assim, que o valor anual permitido para gastos com horas extras seja ultrapassado.

E o contribuinte usuário quando procura atendimento em uma (UPA) não encontra médicos.

Transparência na Saúde

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