“Avisa lá, avisa lá, avisa lá, ô ô… que o DF vai votar Celina”, ecoam apoiadores ao rebater críticas da oposição e destacar a nova fase da gestão distrital

Antes de falar em “reconstruir” o Distrito Federal, talvez Ricardo Cappelli precise percorrer as regiões administrativas e ouvir o que a população tem dito nas ruas. Celina Leão assumiu protagonismo na gestão, ampliou o diálogo com diversos setores da sociedade e passou a imprimir uma marca própria, baseada em escuta, presença e acompanhamento mais próximo das demandas da população.
Avisa lá que o discurso da terra arrasada já não encontra a mesma ressonância de outros tempos. Enquanto a oposição aposta na narrativa de que tudo precisa ser reconstruído, a vice-governadora tem defendido medidas de racionalização administrativa, revisão de despesas e busca por maior eficiência na aplicação dos recursos públicos. O foco tem sido governar olhando para frente, corrigindo problemas históricos sem transformar cada desafio em palanque eleitoral.

Avisa lá que zerar filas da saúde não é promessa de campanha, mas obrigação permanente de qualquer gestor público. E justamente nessa área, o Governo do Distrito Federal tem ampliado contratos, credenciado serviços, realizado mutirões e buscado alternativas para reduzir a demanda reprimida acumulada ao longo de décadas. O eleitor brasiliense conhece a diferença entre quem apresenta soluções concretas e quem apresenta slogans de campanha.
Avisa lá, por fim, que, se a eleição de 2026 for um julgamento do passado, o PSB-DF saiu derrotado nas urnas, com Rodrigo Rollemberg [PSB] em 2018. Se Cappelli pretende convencer os eleitores de que apenas o PSB pode reconstruir Brasília, terá primeiro que demonstrar o que exatamente foi destruído e o que foi construído na gestão de seu partido à frente do GDF. Celina Leão, por sua vez, entra no debate com uma vantagem importante: está nas ruas, ouvindo a população, enfrentando problemas reais e construindo, dia após dia, sua própria identidade política para disputar o Palácio do Buriti.



