Castigo divino? Mulher dá à luz a um bebê com duas cabeças e três braços

27 de Novembro de 2019

Tudo que nós queríamos era um bebê normal e saudável, mas eu acho que o todo poderoso quis nos punir desta forma. Eu não sei o por quê? Afirmou Jaswant Singh Ahirwar, pai da criança, em entrevista a um canal local.

Algumas outras situações levam a muitos pais e mães à acreditarem, também, que foram castigados por seus filhos terem nascidos com: microcefalia, Síndrome de Down, Síndrome de Patau, deficientes físicos ou mentais e demais situações que jamais imaginariam para seus filhos.

Seria mesmo um castigo divino pelo pecado?

Sem entrarmos no mérito da ciência, que tem explicações de base científica, uma vez que foi avocado “o castigo divino” para tal situação, fomos buscar resposta com o líder religioso Cleuber Parrini.

Era um hábito dos judeus, principalmente no antigo testamento, com pensamentos desenvolvidos lá atrás, onde eles se embasavam na questão da maldição hereditária – de hereditariedade – justificando muitas coisas em razão dos pecados dos pais. Não só enfermidades, mais outras adversidades que aconteciam eram decorrentes dos pecados dos antepassados. Veja a resposta de Jesus já naquela época”.

João 9

1 E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.

2 E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?

3 Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.

Desconheço, biblicamente falando, um texto bíblico, que pudesse dar amparo ou explicação para essas anomalias. Há texto combatendo que essas anomalias sejam decorrentes de maldição hereditária”, finaliza Parrini.

O caso raro dos filhos gêmeos siameses de Jaswant Singh,  onde sua mulher Babita Ahirwar deu à luz a um bebê com duas cabeças e três braços veio avocar o castigo divino. O nascimento, registrado no distrito de Madhya Pradesh, na Índia, deixou médicos intrigados, já que os gêmeos dividem os mesmos órgãos vitais e não poderão ser separados.

Babita Ahirwar seguiu por quase toda a gestação sem saber que estava esperando gêmeos siameses, só recebendo a notícia dos médicos na 35ª semana de gravidez.

O caso é denominado de Tribrachius Parapagus pela ciência, ocorrendo em um entre cada um milhão de nascimentos no mundo. Os médicos ainda estudam o que fazer com o bebê, que está internado no hospital, até a presente data, mas não tem muita expectativa de vida.

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