Vigilância fiscaliza 501 escolas do DF

Por: Redação

Cerca de 10% foram intimadas a sanar irregularidades sanitárias em um prazo de 48h

Agência Brasília* | Edição: Mônica Pedroso

A Vigilância Sanitária tem atendido todas as demandas encaminhadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Vigilância Epidemiológica | Foto: Breno Esaki/Agência Brasília

O trabalho da Vigilância Sanitária é essencial para verificar os protocolos de segurança e medidas de prevenção da transmissão da covid-19. Desde o dia 1º de fevereiro até a última quarta-feira (7), foram realizadas 501 vistorias em escolas particulares de ensino fundamental e médio em todo o DF, que estão funcionando com aulas presenciais e sistema híbrido.

Cerca de 10% desses estabelecimentos foram intimados a sanar algumas irregularidades encontradas no momento da vistoria em um prazo de 48h; seis foram autuadas com multas que variam de R$ 2 mil a 20 mil; e quatro escolas suspenderam as aulas para conter o surto de contaminação do coronavírus. Foram atendidas 137 denúncias por descumprimento do decreto nas escolas.

137Denúncias foram atendidas por descumprimento ao decreto

Segundo a gerente de Fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, as principais irregularidades encontradas foram: o não distanciamento de 1,5m nos ambientes coletivos; o preenchimento incorreto do registro de controle de temperatura dos funcionários; e o uso inadequado de máscaras por funcionários e alunos.

“A Vigilância Sanitária tem acompanhado de perto as escolas do Distrito Federal, inclusive com reuniões com o sindicato das escolas particulares, com intuito de orientar e minimizar riscos de contágio do coronavírus”, afirma.

Márcia acrescenta que a Vigilância Sanitária tem atendido todas as demandas que são encaminhadas tanto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), quanto pela Vigilância Epidemiológica, e tem realizado visitas nas instituições.

“Esta interação entre os órgãos tem sido de grande valia, pois temos conseguido êxito em diminuir a disseminação da covid-19 nas instituições de ensino”, assegura.

Márcia orienta que, caso ocorra contaminação ou suspeita da covid-19, tanto pelos alunos quanto pelos funcionários, é fundamental um diálogo aberto e franco entre os envolvidos, pais e escola, para que as providências necessárias sejam realizadas com a maior rapidez possível.

*Com informações da Secretaria de Saúde

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