Leis devem proteger mulheres que querem interromper a gravidez indesejada e também aquelas que desejam seguir com a gestação sem possuírem condições econômicas?

Por: Redação

O senado da Argentina legalizou o aborto voluntário até 14ª semana de gestação.

Argentina aprovou na madrugada de quarta-feira (30), um projeto de lei que legaliza os abortos no país até a 14ª semana de gestação.

O texto do projeto, promovido pelo governo do presidente Alberto Fernandez já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados em 11 de dezembro, recebeu votos favoráveis de 38 senadores, além de 29 contrários e uma abstenção.

Foi a primeira vez que um presidente argentino apoiou publicamente o projeto.

O advogado e vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, Paulo Fernando Melo, faz suas considerações sobre o tema.

“Um alerta para o Brasil, estude mais o assunto para não cometer o mesmo erro argentino, e, que as Igrejas conscientizam os fiéis rezando muito, enquanto o governo continua com as políticas públicas em defesa da vida no Brasil. O movimento pró-vida vai orientar que nas eleições de 2022 o apoio a candidatos contrários a legalização do aborto, reforça Paulo Fernando

Lei dos 1.000 dias

O governo enviou também outro projeto que foi aprovado, junto – a Lei dos 1.000 dias – aprovada por unanimidade nas duas Câmaras.

A lei dos 1.000 dias – deve proteger aquelas mulheres que desejam seguir com suas gestações mas não possuem condições econômicas para tal.

Comentários

  • Luciana Lima disse:

    A lei promove e legaliza o aborto e, ao mesmo tempo, dá proteção à vida? No mínimo, pode chamar isso, de esquizofrenia legislativa do governo.