Arruda tentou trair mais uma vez e acabou na inelegibilidade de um ser traído

Por: Redação

Diz o ditado que: “A política é a arte da traição” e no Distrito Federal a máxima ganha nome na figura do ex-governador cassado José Roberto Arruda sujeito que comete e sofre a ação. 

Para tanto, Arruda teve pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) negado seu pedido de anulação da inelegibilidade de (8) anos, ratificada na condenação por improbidade administrativa. 

Com a decisão, vai permanece proibido de se candidatar nas eleições. Arruda tinha planos já para concorrer a este pleito, mesmo que para isso, quebrasse o acordo de Flávia Arruda (PL) com o governador Ibaneis Rocha (MDB) em marcharem juntos nesta eleição.

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A ratificação da condenação foi publicada nesta segunda-feira (6), e relaciona-se ao superfaturamento nos contratos do governo com a Linknet Tecnologias e Telecomunicação.

O delator do esquema Durval Barbosa, revelou que durante o governo de José Roberto Arruda (DEM), havia um mega esquema de corrupção nos contratos emergenciais e em faturas de reconhecimento de dívidas.

Ele afirmou à Justiça que quase todos os serviços prestados pelas empresas ao Governo do Distrito Federal (GDF), à época, previam um pagamento de 10% destinados à propina.

Segundo consta nos autos da ação, os contratos da Linknet com o GDF para fornecer equipamentos e programas de computador deixaram de valer em janeiro de 2007.

Porém, os serviços continuaram sendo pagos até junho de 2009. Sendo (2) reconhecimentos de dívidas: nos valores de R$ 37,5 milhões e R$ 63,8 milhões. 

A defesa do ex-governador afirmou que “irá recorrer da decisão no prazo hábil”.

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