Capitão Bolsonaro | Ao navegar pelos mares bravios da Covid vê seu navio afundar

Por: Ivan Rodrigues

Ivan Rodrigues

Opinião

A cinebiografia politica do capitão Bolsonaro, que foi levada aos mares bravios e perigosos da ciência em razão de uma pandemia da Covid-19 no Brasil e no mundo, com apenas a bússola da hidroxicloroquina, começa a observar o afundar da embarcação com já 473 mil mortos.

Os piratas do Congresso Nacional aguardam o melhor momento para invadirem e tomarem o controle do navio Brasil, através dos bombardeios da CPI da Covid em curso no Senado Federal.

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O Grupamento de Fuzileiros Navais do capitão Bolsonaro têm sido abatidos com extrema facilidade pelos piratas que há anos navegam por esses mares.

Resta ao capitão Bolsonaro convocar o Exército Brasileiro com seus generais aliados para combate aos dois poderes tidos como inimigos do povo e da democracia. O capitão já repetiu centenas de vezes: “Eles estão abusando! Está chegando a hora!

A música (Pra não dizer que não falei das flores) que se tornou um hino de resistência do movimento civil e estudantil no Brasil, censurada e proibida pelos militares, embora antagônica ao que representa o governo do capitão Bolsonaro, sintetiza neste último verso o assistir do afundar de seu navio (governo) – “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer“.

Comentários

  • Marcus França disse:

    Grupamento de Fuzileiros Navais do capitão Bolsonaro: senador Marcos Rogério, um dos principais defensores do governo na CPI da Pandemia, tem usado recursos da cota parlamentar para pagar à ex-mulher, Andréia Schmidt, o aluguel de seu escritório de apoio em Rondônia.