Vidas negras importam! Pra quem?

O interesse na pergunta “O que é racismo estrutural” foi recorde em 2020, segundo o Google

Por Ivan Rodrigues – S&DS

Brasília – 05 de Outubro de 2020

Antigo grupo Obama Brasileiro: Ivan Rodrigues, Netinho de Paula e Peterson

Entre maio e junho, em meio à investigação sobre a morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto, as consultas por violência policial bateram o recorde da última década.

Consultas sobre formas de lutar contra o racismo deram um salto. Nos últimos 90 dias, o Brasil foi um dos cinco países que mais buscaram por “antirracismo” em todo o mundo.

Vozes negras, como Djamila Ribeiro e Silvio Almeida, estão sendo buscadas como nunca antes.

“Livros sobre racismo” em 2020 teve o dobro de interesse ante 2019. “Lugar de Fala”, de Djamila Ribeiro, nunca foi tão buscado quanto em 2020.

O ex-grupo: Obama Brasileiro do – Distrito Federal e de Goiânia – na luta por igualdade quando da eleição do ex-presidente Barack Obama.

“Como combater o racismo” atingiu o ponto mais alto da década nas buscas da internet, segundo o Google Trends.

Racismo estrutural é a formalização de um conjunto de práticas institucionais, históricas, culturais e interpessoais dentro de uma sociedade que frequentemente coloca um grupo social ou étnico em uma posição melhor para ter sucesso e ao mesmo tempo prejudica outros grupos de modo consistente e constante causando disparidades que se desenvolvem entre os grupos ao longo de um período de tempo. O racismo social também foi chamado de racismo estrutural, porque, segundo Carl E. James, a sociedade é estruturada de maneira a excluir um número substancial de minorias da participação em instituições sociais. (Wikipédia).

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