Com popularidade em alta, Jair Bolsonaro, já soma 50% de aprovação, segundo Ibope/CNI

Por Ivan Rodrigues – S&DS

Brasília – 25 de Setembro de 2020 – 10:40

popularidade do presidente Jair Bolsonaro - Saúde & Direitos Sociais
Foto: Saúde & Direitos Sociais

A pesquisa encomendada pela CNI, que ouviu 2.000 pessoas, lança luz no cenário eleitoral das próximas eleições presidenciais.

O percentual dos brasileiros que avaliam o governo do presidente Jair Bolsonaro como ótimo ou bom alcança 40%, maior percentual desde o início de seu mandato.

A aprovação da maneira de governar passa de 41%, em dezembro de 2019, para 50%, em setembro de 2020, praticamente o mesmo percentual registrado no início do governo, em abril de 2019 (51%). Em ambos os indicadores (avaliação do governo e maneira de governar) a proporção da população favorável ao presidente supera daqueles com opinião desfavorável.

O percentual dos brasileiros que confiam cresce de 41%, em dezembro de 2019, para 46%, em setembro de 2020. O percentual é inferior ao apurado no início do governo, em abril de 2019: 51%.

Segurança pública

É a primeira colocada no ranking das políticas mais bem avaliadas e a única cujo percentual de aprovação supera o de desaprovação.

Ações de Combate à fome

Em segundo lugar tem-se as políticas e ações de Combate à fome e à pobreza, que ocupava a sexta posição em dezembro de 2019.

Políticas e ações na área da Saúde

Estão entre as que mostram melhora na avaliação na comparação com dezembro de 2019. O percentual de aprovação cresce de 36% para 43% e a área sobe da sétima para a quarta posição no ranking.

Combate ao desemprego

Os percentuais de aprovação e desaprovação da área de Combate ao desemprego oscilam para pior, de 41% para 37%, no limite da margem de erro. Como resultado, a área cai da terceira para a sétima posição no ranking.

A popularidade do presidente Bolsonaro cresce mais entre os entrevistados com grau de instrução até a oitava série da educação fundamental, entre os que possuem renda familiar de até um salário mínimo, os residentes nas periferias das capitais e os que vivem nas regiões Sul e Nordeste.

Com relação aos entrevistados com educação superior não se percebe mudança relevante na comparação com dezembro de 2019, seja nos percentuais de avaliação do governo, seja nos de aprovação ou desaprovação da maneira de governar do presidente Bolsonaro. No entanto há uma piora no que diz respeito à confiança no presidente, uma vez que este indicador cai de 45% para 37%.

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