Propaganda institucional do Banco do Brasil erra o alvo. Feministas reagem!

CBV - Confederação Brasileira de Voleibol

Foto: facebook

Ah! Essas imagens de logotipo empresarial não são mais novidades quando querem estereotipar a mulher como “bens de consumo”.
O real objetivo das logomarcas institucionais é justamente reforçar a essência dos bens de consumo/produtos.
Essa foto da seleção brasileira de voleibol me recorda as propagandas de cervejas, em que as mulheres são vistas como símbolo sexual, isso provoca um apelo ao consumo dos produtos “bebida” e agora dos “investimentos no Banco do Brasil” condicionada a imagem da mulher “gostosa” através do libido feminino/prazer.
Esse discurso de “mercado” & “prazer feminino” não tem nenhuma sutiliza no trato do valor da mulher, pois claramente fica visível como “objeto de consumo”, esse padrão só empodera a mulher como subordinada sexual e também a subordinação de gênero.
Por outro aspecto coloca o homem como ser viril, como caçador, não que seja errado (acaba sendo exacerbado) mais a preocupação esta na consequência desse cenário para a “mulher” que é vista como “objeto” sem identidade do construto do “ser mulher”, cria um modelo de mulheres super poderosas fisicamente, desconsiderando o intelecto das “mulheres bonitas” e “daquelas desprovidas de beleza”, e também desconsidera tantas “Marias” donas de casa, mães solteiras e batalhadoras, a mulher passa ser um utilitário.
Mais o que se esperar de uma lógica de mercado que valoriza os “peitos, bundas e futebol”? Em detrimento da educação, saúde, segurança, finaliza Lucicleide Ferreira.

Para Juliane Damasceno, o Banco do Brasil deveria também colocar sua logomarca na parte frontal da genitália masculina, em que os jogadores estejam de cuecas.

O Banco do Brasil errou gravemente ao colocar sua marca dessa forma nos corpos das jogadoras, com certeza essa ideia saiu de um gênero masculino tarado da área de propaganda e marketing da instituição.

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