Rollemberg e Alírio buscam mulheres como vice-governadoras

Quem seriam as vice-governadoras  ideais para os candidatos a governadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Alírio (PTB-DF) dentro do contexto machista da política? Para se diferenciarem da velha política do domínio masculino, os candidatos acima, buscam no sexo oposto o diferencial de seus concorrentes.  

 

Rodrigo Rollemberg e a ex-secretária de Esporte, Leila.

O governador Rollemberg não descarta a possibilidade da ex-jogadora e ex-Secretária de Esportes do DF, Leila Barros com vice. Neste caso seria uma chapa puro sangue já que Barros é filiada ao partido PSB. Se a aliança nacional se confirma entre PDT e o PSB, a vice deverá ser indicada pelos Democratas  Trabalhistas. 

 

 

Alírio Neto (PTB) e Eliana Pedrosa (Pros)

O candidato do PTB-DF, Alírio, após deixar a ‘terceira via’, mantém diálogos com a ex-deputada distrital,  Eliana Pedrosa (Pros), contudo, Pedrosa não abre mão de encabeçar uma chapa ao GDF, até o momento.  Alírio sonda outras mulheres com potencial comunitário, trabalho social e articulação política para  vice-governadora.     

 

 

 

 

Ainda presentes em menor número entre os políticos eleitos do Distrito Federal, as mulheres chegaram nas eleições de 2014 a cargos no Executivo e Legislativo no país. 

 

Enquanto as mulheres ficaram com apenas 11% dos cargos disputados nas eleições – considerando os pleitos para governador, vice-governador, senador, primeiro suplente, segundo suplente, deputado federal, estadual e distrital – os homens conquistaram a maior fatia 89% das vagas. 

 

Para governador, nenhuma mulher foi eleita no país em primeiro turno e apenas Suely Campos, do (PP)  passou para segundo turno derrotando o atual governador  Chico Rodrigues do (PSB) ao governo de Roraima.

 

Proporcionalmente a maior representatividade feminina foi alcançada nas eleições para deputado distrital, onde 20% dos deputados eleitos no DF foram mulheres. Nos pleitos estaduais, considerando um só grupo de todos os eleitos no país, o índice é de 11%.

 

Ivan Rodrigues

1 Comentário

  • Raquel Rocha Raquel Rocha disse:

    Ótimo texto. Essa é uma postura que cada vez mais candidatos terão que assumir para conquistar o voto feminino que está cada vez mais organizado em prol da conquista de direitos e representatividade.

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