Por que a ‘terceira via’ contra Frejat, Alírio e Rollemberg é acostamento

candidatura ao Palácio do Buriti

Foto: facebook oficial

O presidente do PTB-DF, Alírio, candidato ao governo de Brasília é o nome que mais tem densidade de crescimento e baixa rejeição entre os eleitores.

 

Seu capital político:  deputado distrital por duas vezes,  Secretário de Justiça entre 2008 a 2010 e 2011 a 2014, presidente da Câmara Legislativa em  2006, Governador do DF por duas vezes  interinamente, presidente do Comitê de Combate ao Uso de Drogas do DF são os ingredientes políticos que o faz manter sua candidatura ao governo do DF.

 

Pesam contra seus  aliciadores na formação de uma tida “terceira via” os atuais fatos abaixo de repercussão nacional.

 

Votaram pela rejeição da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer por organização criminosa e obstrução de Justiça:

 

*Os votos a favor do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – e pela rejeição da denúncia – foram dados por Alberto Fraga (DEM), Izalci (PSDB), Laerte Bessa (PR), Rogério Rosso (PSD), Ronaldo Fonseca (PODEMOS) e Rôney Nemer (PP).

 

A denúncia foi bem formulada, porém o relatório do deputado Zveiter foi muito falho tecnicamente na opinião do partido e da bancada. Segui a orientação partidária, Rosso (PSD).

 

Votei contra por ser juridicamente inepta e no juízo político faz impossível eleições diretas, o que defendo…., postou no Twitter Ronaldo Fonseca (PODEMOS). 

 

Votaram pela rejeição da primeira denúncia para que o Supremo Tribunal Federal julgasse e denunciasse por corrupção passiva o presidente Michel Temer. 

 

O parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que recomendava o arquivamento da acusação formal feita pela Procuradoria-Geral da República, recebeu 263 votos favoráveis, 227 contrários. 

 

*Pela rejeição da denúncia – foram  Alberto Fraga (DEM), Izalci (PSDB), Laerte Bessa (PR), Rogério Rosso (PSD), Ronaldo Fonseca (PODEMOS). Ausente: Rôney Nemer (PP).

 

Ivan Rodrigues

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