Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Brazlândia, Setor Veredas (Quadra 1, Área Especial 2)

Foto: Agência Brasília

Há oito anos, Rede social da cidade reivindicava a implantação do serviço

O espaço funcionará das 7:00 às 18:00 horas sendo a primeira unidade pública de saúde mental da região administrativa

Nesta quarta-feira, 7 de março, o coordenador administrativo de Promotoria de Justiça de Brazlândia, Paulo Vinicius Quintela, participou da inauguração do Centro de Apoio Psicossocial (Caps) da cidade. A obra é resultado de ação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que, em 2010, ajuizou ação para que o Distrito Federal fosse obrigado a construir unidades em número suficiente para atender a população. A Justiça aceitou o pedido e determinou a construção de 19 Caps e 25 residências terapêuticas.

Depressão, psicoses, suicídio, epilepsia, demência, condições relativas ao uso de álcool e drogas, além da atenção à saúde mental de crianças, podem ser tratadas nos centros de apoio. Como Brazlândia não dispunha de uma unidade, os moradores da cidade tinham de se deslocar para Ceilândia e Taguatinga, razão pela qual muitas famílias não faziam o acompanhamento adequado.

“A inauguração de um Caps em Brazlândia é a concretização do direito fundamental à saúde, e mesmo à dignidade, de inúmeros indivíduos em sofrimento psíquico e seus familiares. Trata-se de importante conquista da atuante Rede Social local, cumprindo também decisão judicial em ação civil pública ajuizada pelo MPDFT”, comemorou o promotor de Justiça Paulo Quintela.

Em 2016, o vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, recebeu integrantes da Rede Social de Brazlândia para tratar sobre o assunto. Para viabilizar a unidade, a Secretaria de Saúde cedeu os recursos humanos necessários e a Administração Regional ofereceu o imóvel para a instalação do serviço.

Para a psicóloga Maira Valadares, do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Brazlândia, a comunidade terá um ganho incalculável. “Agora as famílias das pessoas com doenças mentais não precisam dispensar tanto dinheiro e tempo para procurar ajudar em outras regiões administrativas. A facilidade no acesso ao serviço promove o engajamento do paciente ao tratamento”, completou.  Telefone para contato é 99243-1006.

 

Com informação da Secretaria de Comunicação do MPDFT e do site Em Defesa da Saúde

 

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