Sai Sandra Faraj com cartão vermelho e entra o Pr. Fadi Faraj em substituição

Ap. Fadi Faraj – Ministério da Fé – Apostolic Church

Irmãos e pastores: Fadi Faraj e Sandra Faraj

Com grande dificuldade de reeleição, a deputada distrital Sandra Faraj (SD), que é acusada de desvio de recursos públicos, por Manoel Carneiro, ex-chefe de gabinete da parlamentar, busca em família o possível substituto para a continuidade do clã “Faraj” no poder.

Segundo Jairo Leal, ex-coordenador de campanha da deputada em Taguatinga, também membro da igreja Comunidade Cristã Ministério da Fé, a discussão sobre a possível substituição passa pelo nome do irmão da deputada, pastor Fadi Faraj, atual suplente do senador Reguffe sem partido.

O MPDFT acusa a deputada de contratar a empresa Netpub Serviços de Comunicação e Tecnologia Ltda – ME para prestação de serviços de publicidade e informática, na divulgação das atividades de seu gabinete, tendo solicitado, à Câmara Legislativa do DF, reembolso de R$ 174 mil pelos serviços, quando na verdade teria pago à empresa apenas R$ 31.860,00, embolsando a diferença correspondente de R$ 142.140,00.

Na mira da justiça 

Em outubro de 2017, o juiz substituto da 5ª Vara da Fazenda Pública do DF deferiu o pedido de urgência do MPDFT e decretou o bloqueio de valores constantes de contas bancárias em nome da deputada, até o limite de R$ 142.140,00, por considerar presentes os pressupostos legais para tal medida. Leia mais

Após recurso, feito pela defesa da parlamentar,  o juiz titular da 5ª Vara da Fazenda Pública do DF,  decidiu pelo desbloqueio em 12/01. “Comprovado pela parte ré que a indisponibilidade recaiu sobre verba salarial, a impugnação deve ser acolhida para tornar a indisponibilidade insubsistente, com a devolução dos valores bloqueados”, concluiu.

A Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa do Distrito Federal decidiu pelo arquivamento da cassação da deputada Sandra Faraj.

No dia 21/08/2017, os deputados Wellington Luiz (PMDB), Raimundo Ribeiro (PPS), Telma Rufino (PROS) e Ricardo Vale (PT) acompanharam o parecer do relator do caso, deputado Agaciel Maia (PR), que pediu o arquivamento do processo.

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