Quase 100% dos novos profissionais do Mais Médicos são brasileiros

                   Formulário de Avaliação do programa Mais Médicos

No último edital, encerrado em dezembro, foram oferecidas 983 vagas para trabalhar em 507 cidades de todo o País

Uma das prioridades do Ministério da Saúde está mais próxima de virar realidade: quase todas as vagas oferecidas em dezembro no programa Mais Médicos foram preenchidas por médicos brasileiros. A intenção da pasta é substituir os profissionais estrangeiros pelos nascidos no Brasil. 

Além disso, a pasta conseguiu garantir a renovação do programa por mais três anos, o reajuste da bolsa e ainda o aumento de 10% nos auxílios moradia e alimentação dos profissionais em áreas indígenas.

“A alta adesão dos médicos brasileiros demonstra o quanto o programa Mais Médicos está consolidado no País. Esses profissionais atenderão em unidades apontadas pelos prefeitos como carentes destes profissionais”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Atualmente, são 18.240 vagas do programa em mais de 4 mil cidades e 34 DSEI, beneficiando 63 milhões de brasileiros. Cerca de 3,3% dos médicos são intercambistas.

Localidades

Segundo o Ministério da Saúde, os brasileiros ocuparam 977 das 983 oportunidades disponíveis no edital, que ficou aberto até o início de dezembro e recebeu mais de 8 mil inscrições. A partir de 8 de janeiro, os médicos começam a atender a população de 507 cidades e um Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

A maior parte das vagas era na região Nordeste: 341. Em seguida vieram Sudeste (253), Sul (167), Norte (125) e Centro-Oeste (97). De todos os estados, somente Rio Grande do Sul e Amapá não preencheram o número total de ofertas.

Entre amanhã (3) e sexta-feira (5), os profissionais serão validados pelos gestores municipais. Em caso de desistência, as oportunidades restantes serão oferecidas a médicos brasileiros graduados em instituições internacionais, fase prevista para 28 de fevereiro.

 

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde, da Agência Brasil e do site #SaúdeDireitosSociais&Inovações

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