Estourar veia de paciente gera obrigação de indenizar

Foto: facebook

Estouro de veia é um rompimento baseado em uma (punção) de um vaso, que evoluiu para equimose e inchaço.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios condenou o GDF a indenizar Alexandra Teixeira, mãe de um bebê que teve a veia do braço direito estourada por uma técnica de laboratório do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) em 2016. Alexandra Teixeira Luiz ganhou a ação e receberá R$ 56.220,00.

Em 13/09/16, Alexandra Teixeira levou Luan, de oito meses, hoje com 1 ano e 10 meses, para tratar de uma gripe no HRT. No procedimento de punção venosa de (retirada de sangue) do menino, a técnica de laboratório estourou uma veia do braço dele, causando-lhe equimose e inchaço.

A mãe alegou ter avisado a técnica de laboratório que não havia veia disponível no local onde a profissional queria perfurar, porém a mesma insistiu no procedimento.

O direito de regresso da Administração Pública em face do agente público causador do dano

O indivíduo que sofre um dano em virtude de uma conduta praticada por um agente público estatal, no exercício de suas funções, pode pleitear a e reparação pelo dano sofrido perante a entidade pública a qual o agente é vinculado. Contudo, a parte final do §6º do art. 37 da Constituição, garante o direito de regresso da entidade pública em face do agente causador do dano, para reaver a quantia que foi condenada a pagar à vítima.

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal afirmou que a profissional responderá regressivamente pelo fato ao erário público. 

 

Ivan Rodrigues é enfermeiro e blogueiro pelo simples prazer de informar

    

93 Comentários

  • Claudia Aires disse:

    Nos hospitais não existe aparelho de luz violeta,que permite visualizar as veias. O risco de errar a punção é real e corriqueiro. Como vão responsabilizar um profissional que não tem aparelhagem que impediria esse acidente? Nenhum profissional machucaria um bebê propositalmente. Se essa moda pega nenhum profissional vai querer puncionar um acesso venoso. E isso significa a morte de milhares de pacientes.

    • Alexandra Isidora disse:

      Então o profissional busque relatar que não há condições de prestar uma assistência adequada sem risco para as duas partes, paciente e profissional. Caso contrário, será de entendimento da justiça em imperícia.

      • ren disse:

        muitas vezes quando vc relata tais problemas vc corre riscos de ser demitido, nao se esqeça q aki e Brasil . pais q nao busca melhorar nem educaçao nem segurança muito menos a saude
        entao sim eu como profissional da saude, se a moda pegar eu vou me recusar sim, errar o acesso venoso e real e existe assim como medicos erram diagnosticos muitos erram a punçao, em bb criança nao e facil lembresse q se movem muito ainda tem aquelas mais coruja fungando no seu ombro so pra arrumar oq fala

      • Kelly disse:

        Até parece q isso só é suficiente… Aí vc faz isso é cai em omissão… Só quem vive sabe…. Uma criança vomita dia todo a noite vai procurar o serviço ao kd veia??? Aí a culpa é do técnico q foi puncionar? Exercendo a sua função é tentando ajudar o PCTE????

      • Ismael disse:

        O profissional vai viver entre a Cruz e a Espada, pois os gestores não fornecem o mínimo necessário e o código de ética prega que nenhuma assistência deve ser protelada ou negada, e é próprio do ser humano prestar assistência a quem necessita. Há extrema necessidade de se rever esses pontos, caso contrário teremos uma encourado de relatórios denunciando a falta de condições e pacientes ficarão sem assistência, logo o dano será muito maior.

      • Enfermeira 👩‍⚕️ disse:

        Interessante essa sua visão, queria ver vc pensar assim em questão de risco a vida e o profissional se recusar por não ter o material adequado!!! Aí vcs iriam querer enquadrar o profissional em omissão de socorro… Pelo amor de Deus vamos falar do que sabemos é vivemos e expecular menos …#Por um mundo menos superficial!

      • Renato disse:

        Relatar pra quem ??? Sou da enfermagem, trabalhamos sem insumos básicos no serviço público. Se num hospital não tem dipirona ou até mesmo luvas, você acredita realmente que vai ter um aparelho desses ??? Já trabalhei em setor privado e não é muito melhor não. E outra coisa importante é que uma veia se rompe muitas vezes sem que o profissional tenha culpa, pacientes com febre, desidratados (vômito ou diarréia) estouram veia fácil. Má qualidade do equipamento, eu falo de agulha ou catéter. E o próprio paciente !!! Trabalho em pediatria, punção venosa é um dos procedimentos mais estressantes pra todos,criança, mãe e profissional. Um adulto põe o braço no suporte e fica quieto, uma criança tem veias que parecem às vezes “um cabelo”, de tão pequenas e delicadas e a mãe geralmente não consegue conter, segurar a criança que se contorce toda, chuta o profissional e puxa o braço e se o coitado do profissional não pegar “de primeira”, se reposicionar a agulha a mãe já reclama, muitas vezes ofende. Tem mãe que já te olha de cara feia antes de começar, como se você fosse um monstro que veio maltratar seu filho e às vezes elas até falam “só vai furar uma vez” ou “você não tem coração? É uma criança! Você não tem filho, né?” ou “se você não sabe trabalhar pede as contas” como se fosse obrigatório sempre acertar. Isso gera uma carga de estresse no profissional absurda porque acontece muitas vezes. Portanto, se uma veia estourada gerar indenização nós profissionais vamos começa a se negar a fazer o procedimento. Indenização nesse valor é muito maior que a renda anual da maior parte dos profissionais, e me incluo aí. O governo retira nossas gratificações, não reajusta nossos salários e até horas extras deixa de pagar. Condição lamentável !!!

        • Dani enfermagem disse:

          Trabalho em pediatria,tudo que vc disse pura verdade! Só quem passa por isso que sabe.. Quem acha que deve relatar que não tem o material, pode ter certeza que o 1 a precisar da enfermagem. Bom então muitas crianças vão morrer por desidratação … Aiai viu

        • Alessandra disse:

          Sou enfermeira, sei muito bem como funciona o serviço de saúde. trabalhei num hospital considerado o melhor de Minas Gerais. Não tinha esse aparelho. E resumindo a fala, o ser humano só enxerga o bem, pode fazer 999 certos se uma falha, tudo vai pro ralo. Triste!

    • Val disse:

      Concordo com você! E geralmente bebê e idoso tem o acesso mais difícil.

    • Marcelo disse:

      Vocês vivem em outra realidade.
      Esse aparelho não existe em todos os postos nem nos EUA.
      Esse tipo de risco é inerente ao procedimento. Decisão absurda.

      • Cristiane disse:

        Super concordo
        Decisão abusiva…. Trabalho em uma unidade de UTI Neonatal.. Então se isso virar moda nós profissionais deveremos não realizar punções venosas se a criança não apresentar veias visíveis….
        Isso foi abusivo
        A profissional deveria recorrer até as ultimas…

      • absurda porque nao foi no braço deum filho ou parente seu ne , caraca quero indenização , que odio , as tecnicas la quase estouraram a minnha , senti dores horrorosas , fiquei pedindo pra ver meu acesso e algumas ainda acharam ruim
        . tem que se ferrar essoas incompetentes mesmo

        • AdrianameQuita disse:

          Que absurdo seu comentário! Eu acho que quem iria se ferrar era vc se não tivesse esses “incompetentes” como vc chama!

        • Rosangela disse:

          Se todas as veias do bebê ou de qualquer pcte fossem externas, que beleza seria. Mas infelizmente é dentro do corpo. Alguns tem veias que falam ESTOU AQUI, que mesmo assim é difícil, imagina de bebê, braço gordinho, pequeno. Esse risco é inerente, cabe ao profissional, caso ocorra, orientar compressas frias e, caso apresente vermelhidão, calor local, dor, ou alguma secreção, procurar o médico, e, ainda e mais importante, REGISTRAR A INTERCORRÊNCIA E AS ORIENTAÇÕES FEITAS, O QUE NA MAIORIA DAS VEZES NÃO SE FAZ. Daí, corre esse risco de responder processo e ser considerado culpado.

        • Ubiratan disse:

          Comentário absurdo!

    • Alves disse:

      Vai todo morrer se o profissional não tiver equipamentos para garantir uma boa técnica de punção….. um governo que não esta nem ai para ninguém.

    • Hekena disse:

      Verdade!
      As pessoas que já sabem que é de difícil acesso usará de na fé!

    • Alcenita Freitas disse:

      Já vi profissionais ficarem tentando puncionar veias difíceis de RN sem ter capacidade para tal mêsmo que orientado a desistir e passar para um mais capacitado.
      Uma lei como essa vai tornar possível que os hospitais e laboratórios de equipe melhor e treine e supervisione mais seus técnicos

      • Ubiratan disse:

        Treinamento é excelente. Perfeito! Mas estamos falando de corpo humano e, cada um, com sua peculiaridade. Não é tão fácil quanto parece, especialmente em bebês gordinhos.

    • Daniele disse:

      Que notícia mais ridícula. Mesmo se houvesse um visualizador de veias, a fragilidade de um vaso pediátrico jamais será insento de risco de rompimento do mesmo. Saúde não é matemática.
      Então antes de realizar uma punção venosa temos que criar um termo e dar pros pais assinarem. Ooo Brasil veio, as pessoas sempre usando de má fé pra se darem bem na vida.

    • Pedro disse:

      Justamente! Quem trabalha em hospitais públicos sabe a real situação e como vc disse niguem em sanidade mental machucaria um bb ou seja lá quem for. Pois o nosso objetivo é o de salvar e tira-lo daquele quadro o mais breve possível!

    • Liz disse:

      Qdo um profissional, após a segunda tentativa, não conseguir puncionar, tem a obrigação de solicitar q outro profissional tente fazê-lo, aliás, isto é um direito dos pacientes. O problema é q profissionais não o fazem pq não querem admitir q em determinados casos não têm habilidade, e a maioria dos pacientes desconhece seus direitos.

    • Enfermagem mal preparada isso sim hoje qualquer cachorro quer enfermeiro vao estudar melhor meu filho ficou internado sofreu 20 picadas absurdo despreparo

  • Daniel Franco Leão disse:

    Curso de formação nas coxas. Se fosse com um de meus filhos, não seria diferente! O que adianta passar em um concurso público, que não mede experiência profissional vivenciada para encher o peito e dizer como muitos funcionários ” Eu passei em um concurso público” para fazer isso? Meter atestados 0800, o que não fariam na iniciativa privada.

    • Lia disse:

      Vc demonstra nao entender nada do assunto em pauta. Puncao venosa em bebes e idosos nao e questao de somente pratica. Possuem veias de dificil puncao. Ha gd risco de acontecer perda de acesso ou perfuracao. A decisao foi ridicula.
      É preciso ter senso p criticar. Isto n acontece somente no Servico publico…muito mais no privado

      • Kelly disse:

        Vdd. Os técnicos de serviço público são mais capacitados que os de privado… Claro q tem as excessões. Mas esses dois extremos são ruins de veia, tem tb os pctes oncológicos q tb são ruins de veia. E outra vamos pela anatomia msm que o pai e mãe não vejam a veia nos estudamos anatomia pra isso pra saber onde p caso passa msm que ele não esteja aparente .

      • Jacqueline disse:

        Concordo em gênero, grau e número!

    • Vc deve ter pego na sua vida um monte de veias de crianças, com sua experiência deve ter mesmo bagagem para sair atirando. Deve ter passado em vários concursos públicos e não assumiu nenhum.por não querer ter estabilidade, não deve ser pai é nunca teve seu filho doente necessitando de um exame para poder ter o tratamento adequado.por isso fala tanta besteira . Quem vai querer causar lesão em uma criança ? Se não tem o que falar melhor ficar quieto.

    • Aristides disse:

      E quem te disse que concurso público no Brasil mede experiência de alguém. Pior, será que mede conhecimento? Lamento pelo ocorrido, desconheço as circunstâncias, mas não creio que a profissional é de todo culpada.

    • Deborah disse:

      É uma pena ter pessoas que pensam igual vc, sabe o que poderia acontecer não existir mais enfermeiro e vcs que ceiticam tanto puncionar um veia e da assistencia aos médicos, ser tão desvalorizado igual a gente ..quem sabe vc que não tem estudo de enfermagem consegueria melhor neh?

    • Deborah disse:

      É uma pena ter pessoas que pensam igual vc, sabe o que poderia acontecer não existir mais enfermeiro e vcs que criticam tanto puncionar um veia e da assistencia aos médicos, ser tão desvalorizado igual a gente ..quem sabe vc que não tem estudo de enfermagem consegueria melhor neh?

    • Ismael disse:

      Acredito que sua revolta não se trata de acertar ou errar a punção de um paciente seja criança, adulto ou idoso, sua revolta se dá pq alguém passou em um concurso e vc não. Lhe desafio a ingressar na formação e depois ir puncionar acesso venoso de pacientes debilitados, posterior a isso vir criticar quem executa suas funções sem o mínimo necessário.

    • Elaine disse:

      Nossa isto acontece em qualquer hospital seja ele público ou privado eu tive até flebite após uma cirurgia em um Hospital do Convênio

    • Rosangela disse:

      Daniel tú é um babaca e sua colocação é irrelevante. Criaturas como você não fazem diferença no mundo.

    • Nestor de Almeida Neto disse:

      Idiotas como vc(vide dicionário),nem sabem do currículo dos funcionários públicos pra ficar mimizando,não sei qual é a sua formação ou se já tentou passar em concurso público ,profissionais ruins e bons existem em qualquer profissão ,assim como também acidentes de trabalho ,generalizar todos por qualquer que seja ,já deixa claro o seu nível de inteligência.

    • Maria Zilda disse:

      Acredito que você seja um leigo na área da saúde, não sabe nem pra que serve um dipirona e os efeitos colaterais. Então acho que você deveria se informar um pouco mais sobre o assunto.por que perder o acesso (infundir medicações fora da veia isso sempre aconteceu e vai aconter) não cabe aqui explicar como é porque isso acontece, se tiver interesse em saber vai estudar um pouco sobre o assunto, então antes de falar merda se atualiza. Pq acredito que seja melhor seu filho com o braço inchado do que ele no caixão pq a Enfermagem se recusou a fazer uma medicação pq o seu filho não tem uma veia boa.

    • Silva disse:

      Pois vai lá você. Fazer o curso, fazer uma graduação. Com todos os ensinamentos do mundo uma punção venosa, embora, pareça um procedimento fácil, se trata de uma veia que não temos como enxergar através da pele, onde estar, a localização não é precisar. Falar é fácil. Gostaria de ver você lá no lugar dessa profissional da saúde…

    • Andrea disse:

      Quando não se domina o assunto, o melhor a fazer é ficar quieto. Você pode puncionar a veia dos seus filhos, se assim preferir!

  • André Angelo disse:

    pessoal, sugiro aos profissionais de laboratório que se não tem mecanismos adequado para se fazer a coleta, não façam.
    hoje na SESDF não tem seringa de 3 ml, 5 ml, e isso dificulta a coleta, nenhum profissional vai estourar uma veia de paciente por querer, isso esta sujeito a qualquer profissional, principalmente por se tratar de criança que pode ter uma fragilidade capilar.
    profissionais se não tem condições de fazer a coleta, NÃO FAÇAM.

    • Kelly disse:

      Porém não é tão simples…” O não coletem”, não coleta vai pra rua. O que deve haver é compreensão ninguém vai fazer isso por que quer machucar o PCTE. Da msm forma que qd as vezes os médicos vão fazer um acesso central e perfuram o pulmão do PCTE e ele ganha um dreno de tórax… Só que a diferença é que foi médico que fez né, aí m da nada pq geralmente a família n questiona nada com medico. Quem fica na ponta e que paga o pato.

    • Ismael disse:

      Amigo o problema é que a população não quer saber se tem ou não o equipamento adequado, se tem ou não o mínimo de condições de trabalho, a população quer ser atendida.

    • Helo disse:

      Isso mesmo! Além do mais essa decisao abre brechas para diversos erros médicos em procedimentos corriqueiros , se for assim terao que processar todos os profissionais que realizam procedimentos ivasivose ocorre esse tipo de coisa.

  • Tayane disse:

    Sou coletadora em Laboratório, as mães quase sempre fica insistindo em furar a criança outra vez. Mais se acontecer um acidente desses, elas não pensa em Lascar com a vida do profissional. Num. Tá. Nem ai.

    • Helo disse:

      Por isso colega, a partir de agora faço uma tentativa se acertar otimo mas se errar ja nao coleto mais mesmo q insista.

    • Catia disse:

      No dia a dia existem as dificuldades ..acesso venoso difícil. ..paciente desidratado…quimioterapia. .pais de crianças que não deixam a técnica ser completada. ..vários fatores como ..dispositivos inadequados de acordo com o calibre venoso..falta até mesmo de preparo técnico. ..punção infantil requer paciência. .técnica segura e psicologia para acalmar …e discernimento para verificar com calma o melhor acesso e o melhor dispositivo a ser usado..chegar a esse ponto é inaceitável por mais errôneo que sejamos…porém não estou julgando… protocolos devem ser respeitados…temos um registro a zelar e temos uma pessoa sob nossa confiança.

    • Ana disse:

      Já fui coletadora de laboratório em hospital, fazia o hospital inteiro a noite sozinha todos os setores deste PS até as UTIS então não dão, nenhuma assistência pra vc, te jogam p trabalhar sozinha, e vc precisando trabalhar, vc aceita, hoje sou enfermeira mais trabalhei muitos anos em UTI Neonatal e não tem essa de luz própria ou vice sabe ou você sabe, agora romper veia é a coisa mais normal deste mundo, basta ir passar um dia dentro de uma UTI Neonatal ou pediatria e saberão o quão difícil é árduo e nosso trabalho, mais só lembram de professores para dar aumento, ganhamos uma miséria e ninguém por nós, agora se está moda pega de cada veia rompida processar eu me recuso a puncionar acesso venoso .

  • De fato ninguém vai estourar uma veia de propósito, eu sou Técnica de Laboratório entretanto, não coleto em veia de RN, eu não tenho habilidade pra esse público, logo, prefiro não puncionar. Como defesa, a profissional condenada deve argumentar que o hospital não deu condições favoráveis para coleta de RN logo, deveria responder solidariamente no pagamento da indenização.

  • Val Fé disse:

    Falta material de boa qualidade, absurdo esse proposito de ferrar c profissional.

  • Marcos disse:

    Sou Técnico de Enfermagem há 16 anos trabalho em PS, tenho habilidade em acesso venoso, mas devo lhes dizer que o extravasamento de uma veia nem sempre é culpa do profissional. Há certos cuidados que se deve levar em conta… além disso, sempre tive como prioridade a persistência pelo bem estar do cliente. Lamentável que pessoas má intencionadas tentem usar uma brecha da lei pra denegrir nossa profissão que por sua natureza já é árdua.

  • Jessica disse:

    A casos e casos. Infelizmente acontece msm de estourar veia. Mesmo se for grossa. E se a pessoa tá doente a veia também fica bem frágil. Mas o problema é estourar e ainda tentar fazer o soro correr. Aí sim e negligência. Aconteceu com minha filha de 8 meses. Um tec enfermagem fpuncionou porem estourou… ate aí tudo bem. Porém ele tentou fazer o soro correr. Eu falei q tinha estourado e ele me ignorou; resultado bracinho ficou edemaciado. Isso foi mto negligente da parte do profissional. Procurei a SAC do hospital a nem tem…rsrsrs. absurdo. Aconteceu no hospital são Lucas de americana.

  • Douglas de Paula disse:

    Não sei quem é o mais retardado, quem fez a lei? Quem aprovou a lei? Ou quem julga a lei? Pq eles não vão puncionar os bebês no nossos lugares para ver o quanto é fácil? Brasileiro adora um processo para ganhar dinheiro e não ter que trabalhar neh, povo vagabundo! A justiça faz tanta cagada e não é punida mas adora punir o que não conhece ou entende! Quem acha que faz melhor do que os profissionais da enfermagem e de laboratórios ficam à vontade para assumir nossos lugares e puncionar, mas não “ahhhh eu tenho medo e passo mal com sangue” cambada de safados!

  • Concordo com todos os comentários mais também sei que existe muitos técnico incapacitados no mercado que através de padrinhos consegue um trabalho e faz dos pacientes uma cobaia. Passei uma de horrores no hospital Português na avenida Princesa Isabel em Salvador,onde o atendimento aos pacientes na UTI e totalmente desumano.Onde dão banho no paciente com a mesma bucha que deu em outro,onde dois técnicos furaram os dois braços da minha filha e ainda chamaram um terceiro quede primeira pagou a veia.Onde não dão alimentação aos pacientes….

  • Clareza disse:

    Decisão ridícula!!!
    Eh risco inerente do procedimento assim como quando um médico punciona a subclávia e pode… podeeeeee perfurar um pulmão!!! Eh risco e benefício!! Todo procedimento do mundo tem risco!!!
    Agora a mãe saber onde que tem veia no paciente… desde quando a mãe que não estudo sabe se tem veia ou não é qual lugar?!? Então a gente para de puncionar e deixa as mães puncionando!!! Eh cada uma

  • Lívia de Latorre disse:

    Sem dúvida deverá haver responsabilização do profissional pelo dano porém, há de se considerar também a exposição da linha de frente sem capacitações inclusive relacionadas ao próprio código de ética que nos orienta e protege da negligência, imperícia e imprudência. Anteriormente ao processo judicial os gestores devem supervisionar o exercício profissional e desenvolver as equipes também na tomada de decisões. Se, por exemplo, a punção venosa parece difícil então deve ser comunicada à Chefia e realizada por profissional experiente que deverá descrever o procedimento e cuidados de enfermagem e orientar a família. Isso é Segurança do Paciente. Pessoas tem morrido por erros relacionados à assistência em saúde.

  • Andrea disse:

    Para quem esta fora da rotina dos hospitais é fácil criticar. Teve alguém aí que disse pra reclamar das condições de trabalho e se recusar a fazer o procedimento. Amigo esqueceram de te avisar que tem uma fila de gente querendo a vaga desse profissional, especialmente dos terceirizados. Todo procedimento tem riscos. A decisão a justiça foi infeliz.

  • Marlene disse:

    Concordo com você Lia. Só quem tem longas experiências podem debater sobre o assunto em pauta. Sou técnica em enfermagem a 15 anos e sei que podemos correr riscos de perfurar uma veia sensível e ela romper causando hematomas. Nunca desejamos isto e temos maior cuidado, mas isto não depende apenas do profissional. Sinto muito pelo bebê mas acho a decisao absurda da justiça.

  • Marcos disse:

    Esta foto nao parece ser de lesao devido acesso venoso periferico rompido. Devido a deformidade do mmss , ecmose cubital (sinal de kirmisson), presença de flictenas na fossa cubital, sugere fratura supracondiliana de úmero, claro que há necessidade de radiografia de cotovelo em 2 incidências para confirmação do diagnostico.
    Essa lesão só aconteceria devido a rompimento de acesso venoso se a criança apresenta-se alguma discrasia sanguinea previa.

  • Schirley disse:

    E pra quelas pessoas que se desidratam devido diarréia e vômito, que passam dias doentes pra depois ir procurar um médico, chegam ao hospital praticamente sem veias e precisam de acesso venoso exigindo que acerte a punção com apenas uma furada?

  • Eu sou um profissional de enfermagem à mais de 17anos em hospital público e nunca vi esse aparelho,muito menos falar dele. Mais cabe ao profissional decidir se vai ou não pucionar um paciente,por falta desse material?. E deixa-la sem ter a assistência que precisa?,e de repente vim até a óbito,porque o profissional se recusou a executar tal procedimento. A justiça vai entender como NEGLIGÊNCIA, e ai o que VC faria,diante disso?.

  • Nina disse:

    A lesão apresentada nesta foto tem característica de infiltração de medicação,e não apenas de uma veia estourada em uma punção para coleta.

  • André disse:

    Ridículo! Todo procedimento existe a falha. E quando o paciente não fica parado com a merda na veia dele? Ai perde e a culpa ainda é da enfermagem? Me poupe. Primeiro tem que ter conhecimento do que está acontecendo ali no ambiente hospitalar, que não Estão em casa e muito menos num resort para ficarem perambulando com equipo enrolado no pescoço. Entao sendo assim, podemos processar por fazer isso acontecer? Pedir danos morais pegando filmagens que mostram o paciente que não fica quieto para manter a punção na veia como se deve! Se não fica quieto assuma sua consequência, o serviço de enfermagem é muito tumultuado para poucos funcionários. Parece que nunca entraram em uma emergência sus … dezenas de pacientes para um técnico. Quero ver ter tempo para checar veia toda hora. Alem disso ainda tem a demanda espontânea e urgências… fácil sentar numa cadeira e decidir isso. Va trabalhar como enfermeiro ou técnico que logo muda de opinião. E ainda ganha pouco e é desrespeitado.

  • Marli disse:

    Sou técnica de enfermagem e trabalho com idosos e isso acontece muito , além do que gostariamos e não vem da experiência mas esse público e crianças tem vasos mais fragilizado. Se isso virar moda sinto muito, mas vai faltar profissionais nesta arte de cuidar e lembrando que é o cuidado que muitas vezes a própria família não quer realizar… lamentável

  • Catia disse:

    No dia a dia existem as dificuldades ..acesso venoso difícil. ..paciente desidratado…quimioterapia. .pais de crianças que não deixam a técnica ser completada. ..vários fatores como ..dispositivos inadequados de acordo com o calibre venoso..falta até mesmo de preparo técnico. ..punção infantil requer paciência. .técnica segura e psicologia para acalmar …e discernimento para verificar com calma o melhor acesso e o melhor dispositivo a ser usado..chegar a esse ponto é inaceitável por mais errôneo que sejamos…

  • Fica difícil trabalhar desta forma já temos que lidar com falta de certos recursos e qualidade nos produtos …tipo calibre de cateteres entre outros …o ser humano é tao sem noção que é capaz de levar o filho para punção como se fosse uma loteria já torcendo pra dar errado….deveria processar é os pais que não tem paciência em cuidar de seus filhos primeiro querem que puncionem colham exames depois não querem aguardar o tratamento….vai saber se não foi os pais que arrancaram o acesso pra poderem ir embora ….antes da alta….

  • Ana lima disse:

    Eu sou da área da saúde tmb,é afirmo nem todas as punções São Com Certeza na primeira picada,dependendo do diagnóstico do bebê, idoso ou adulto,as veias ficam mais frágil..ex:desidratação ..febre muito alta..eu sugiro q a instituição nos permita a ter um respaldo,fazendo um documento para que o responsável assine autorizando a punção..sendo ele orientado dos riscos do msm,se ela autorizar tudo bem..

  • Alessandra disse:

    A melhor coisa então, é não puncionar veias difíceis. Vamos deixar os pacientes sem acesso venoso… Aí eu quero ver… Vai ter muitos médicos passando acesso venoso central….

  • Alexandre disse:

    Sou enfermeiro com formação superior há profissionais desqualificados no mercado profissional na área da saúde, isso é um fator negativo e não podemos negar, porém há quadros patológicos e diagnósticos que contribuem para a falta de sucesso de uma punção venosa periférica como por exemplo desidratação, plaquetopenia, entre outros além do fator fisiológico (fragilidade capilar periférica como pessoas que simplesmente tem os vasos sanguíneos mais sensíveis que o normal) e idade como bebês prematuros; e idosos com idades muito avançadas. Romper um vaso sanguíneo no momento da coleta de sangue ou na administração medicamentosa é algo que infelizmente acontece podendo ser culpa do profissional ou não, por isso não se deve criticar um profissional da área da saúde seja ele técnico de enfermagem, enfermeiro, biólogo, técnico de laboratório, coletor de sangue ou médico simplesmente porque errou na tentativa de uma punção sem avaliar seu currículo profissional ou o quadro clínico que o paciente apresenta. Assim como alguns cuidados devem se passados para o paciente após a punção venosa e o mesmo deve seguir a risca o que o profissional orientar( pressionar por alguns minutos o local da punção, não pegar peso com o braço que coletou o sangue ou foi feita medicação intravenosa para que não haja sangramento ou cause hematomas).

  • Nice disse:

    Quem julgou esta ação por certo que não entende de veias .anatômicas.fragilidade capilar, nelhun profissional faz porque quer

  • Olga disse:

    Para perfurar uma veia numa punção venosa, não quer dizer que o profissional não esteja qualificado, nenhum profissional iria fazer propositalmente. Acontece que corre o risco desse incidente acontecer até porque na hora da punção muitos pacientes têm a reação de se mover na hora que sente a picada da agulha, principalmente criança que mexe muito. Incidentes acontece. Não é justo essa punição, até porque é essa pessoa não ganha um salário digno nem pra sobreviver. A criança está sendo vítima dessa ocorrência desagradável e dolorosa, pra os pais também, mas existe outro meio pra solucionarem esse sofrimento.

  • Lucia disse:

    Gente…isso é muito louco…..Se todos da área se negarem a fazer punção venosa ou seja para coletar sangue ou correr medição. …muita criança vai morrer e adulto tmb. ….e olha não estão nem errados em se recusar já que a unidade não lhé oferece condições. .. ..Quero ver se algum médico irá
    Fazer esse trabalho ..se liga gente. …As vezes o próprio paciente quem perde o acesso. .Sem condições de repuncio
    nar…Sul real isso. ….Pode acontecer com qualquer pessoa. …..

  • Nidiane disse:

    “Estourar veia”é um termo midiático. Li a opinião de alguns. O que vejo são opiniões de pessoas e profissionais que desconhecem a formação de um profissional da enfermagem e principalmente sobre fisiologia e resposta do organismo as agressões sofridas. Bem como a condição fisiológica de cada indivíduo que é diferenciada. E sim a imperícia leva a situações como esta. E é bem comum em qualquer lugar. Como enfermeira em instituição pública, onde os recursos são parcos e tecnologia e remuneração defasadas, com enfraestrutura sucateada, esses profissionais de enfermagem são verdadeiros guerreiros.. E quando estiverem com a dor e o desespero com a condição de saúde de seus entes é que irão verdadeiramente valorizar estes profissionais que tem sim amor a profissão… cuja formação e graduação é conquistada com muito esforço e estudo…

  • Maria Zilda de Jesus Santana disse:

    É uma situação complicado onde todos nós da área estão sujeitos a passar, o que deveríamos fazer é um protesto contra essa lei. Por que se essa moda pega todos nós vamos perder o emprego e até o Coren. E isso não é justo, acredito que nenhum profissional fará uma coisa dessas de propósito.

  • Fernanda disse:

    Quem julga e critica um profissional por Perder um acesso venoso é pq não conhece nossa rotina diária. Idosos e crianças possuem acessos maia difíceis e Grand e fragilidade capilar. Ninguém perde acesso ou transfixa uma vida pq gosta ou pq quer. Equipamentos com luz ultravioleta são utopias para nossa saúde brasileira. Essa decisão realmente é absurda!

  • Incidente muito mal explicado . Já que teve condenação deveria então ter tido uma investigação muito bem feita. Inclusive uma verificação a legislação da técnica punção venosa , e suas possíveis complicações. Cabe a condenada um belo recurso, aliás com o apoio da instituição e também COREN e COFEN para sua defesa.
    Agora se provar algum tipo de imperícia, imprudência ou negligência por parte da profissional ai não tem jeito nem pessoal .

  • Tadeu Zannini disse:

    Se tivesse um bom advogado não pagaria nada, no texto diz: ” A mãe alegou ter avisado a técnica de laboratório que não havia veia disponível no local onde a profissional queria perfurar”
    Como a profissional estourou uma veia?
    Fim de processo.

    • Dani enfermagem disse:

      Kkkkkkk disse tudo como estourou uma coisa que não estava lá . deixem os sabidoes , que adoram processar tudo e mamar na teta dos outros , olha amo a enfermagem mas está cada dia mais difícil trabalhar.

  • Juniar disse:

    Decisão absurda, baseada em quem não sabe nada de prestação de serviços de saúde ou técnica!
    Sou enfermeira e mesmo com anos de experiência em punção de crianças, idosos e pacientes oncológicos, afirmo que nem sempre temos sucesso dm todas as puncões! Ninguém está livre de passar por isso! Pode acreditar dói muito em nós quando acontece!
    O que acontecerá com os pacientes se todos decidirem não realizar as punções?

  • Marcele Oliveira Dutra disse:

    Processei uma técnica de enfermagem aqui de São Paulo por mesma situação, por razões jurídicas, não vou revelar o nome dá má profissional aqui, vou usar da jurisprudência de mesmo julgado de Brasília nos autos de meu processo. Se querem cuidar, tratar, reabilitar, proceder a procedimentos médicos em pacientes, que o fação com profissionalismo e responsabilidades. Não nos venham com cursos e formações feitos sem estágios, capacitações apropriadas, e, a formação continuada. Sabem o que quer dizer “formação continuada? Não. Então nos veremos no tribunais.

  • Lzan disse:

    Olha só,trabalho na área e estou revoltada em ver tal ignorância de pessoas falando: ” curso feito nas coxas” ( vá melhorar seu vocabulário, como vc é vulgar) outras chamando os profissionais de incompetente. Muito triste ver isso, pq nós profissionais deixamos nossa família em casa pra cuidar da sua, e ninguém em sã consciência faria isso propositalmente. Sou mãe e sou profissional de saúde… Portanto acho que infelizmente estourar a veia é algo que pode acontecer e vários fatores devem ser levados em conta , depende das condições do paciente tbém, não só da “. Competência” do profissional, são elas: desidratação, se o paciente faz uso ou não de anticoagulantes, estresse, agitação do paciente!! Então pessoal não é bem por aí, pro profissional conseguir o diploma ele passou por vários aprendizados durante o curso ou faculdade, conhece anatomia e fisiologia e jamais faria algo para prejudicar um paciente. Pensem um pouco se coloquem dos dois lados antes de julgar. Pouco tempo atrás levei meu bebê qdo estava com dois meses e precisou que realizasse uma punção para coleta sanguínea para exames, eu como mãe digo que não foi uma experiência agradável, assim como já tive que levar minha filha tbém hj com seis anos pra realizar o mesmo procedimento, digo que não foi agradável pq a profissional não conseguia pegar… Ela é incompetente? Não! Eu fiquei nervosa? Sim! As mães sempre ficam mesmo sendo da área. E como profissional digo que vi todo o cuidado que a profissional estava tendo em todo o procedimento. Muito difícil mesmo falar a respeito, as pessoas que são leigas e começam a julgar deviam se inteirar melhor do que estão julgando.

  • Pediatra disse:

    Boa tarde.

    A ruptura de uma veia periférica é um risco inerente ao processo. Especialmente em crianças e idosos. Mesmo se guiada por USG há o risco. Decisão irresponsável do TJ-DF.
    Quanto aos comentários, lamentável atestar que muitos opinam baseados no achismo , vitimismo e ad hominem.

  • Leda Costa disse:

    Nossa que loucura…. Eu e minha equipe ficaremos pobre somente neste plantão noturno!!!! Uma linda bebezinha com acesso extremamente difícil, precisando de sangue…. Furamos diversas vezes…. A culpa é nossa???? Trabalho em um dos melhores hospitais para neonatos….

  • Marco Aurélio disse:

    Qualquer procedimento é passível de complicação. Isso não significa erro.

  • A. disse:

    Gente, acorda!!! Á foto acima não é de ” uma simples veia estourada”.E Nenhum ultra-som garante tentativa de punção venosa 100%. O aparelho ajuda a visualizar a veia, mas não garante a inserção do cateter. A foto acima acima pode ser consequência de uma solução irritante infiltrada fora do vaso sanguíneo, não um hematoma pós punção. Um hematoma pós punção venosa não pode ser considerado lesão. Um quimioterápico vesicante extravasado sim, pode gerar lesăo corporal, pois não cicatrizar facilmente e é associado a negligência. Se errar um acesso venoso for considerado uma iatrogenia grave com está penalidade ninguém mais poderá funcionar veia.

  • Barbara Fessel disse:

    Lesao corporal por imprudencia e impericia deve ser avaliado. Houve relato e avaliacao em equipe para saber se o procedimento havia risco? Assim sem muitos dados é muito dificil avaliar. Mas é parte do risco a dificuldade das punçoes. Quando é feito uma subclavia e ocorre um pneumotorax. Esta dentro do risco. É preciso avaliar com critério.

  • Fernanda disse:

    Por esta e outras razões cancelei meu corem este ano. O amor pela profissão se transformou em doença para o meu corpo( síndrome do pânico, depressão) .Essa pressão que sofremos ninguém que está do lado de fora vai entender. Só entende aquele que vive pelo amor aos pacientes , precisando romper as barreiras de ambientes sem estruturas, nenhum reconhecimento não só em salário o próprio órgão que temos que pagar mais de 200,00 por ano não fica do nosso lado quando acontece algo como exemplo esta matéria.. Sei que se fosse com meu filho TB ficaria muito brava … Mas volto a repetir só quem está na lunhacde frente e que sabe o quão estressante e o contexto desta matéria. Hoje o meu amor pela profissso se transformou em tristeza por ver tanta coisa triste neste meio. Sei que existem más profissionais como em todas as áreas., mas o difícil é o bom profissional ser punido por algo que não depende somente da técnica dele.

  • Ubiratan disse:

    Quem está aí a favor da decisão e, falando mal dos profissionais, que vá fazer o curso, o treinamento. Depois, na prática sinta o que é, como é difícil, e volte aqui para comentar. O caso envolve corpo humano, com sua peculiaridades. Se fosse tudo “certinho”, a saúde faria parte das ciências exatas. E ainda na engenharia , que é ciência exata, acontece de um prédio trincar a parede, desmoronar, a água não subir para os apartamentos, etc.
    Muito fácil quando existem vários juízes, que nem fizeram Direito. E ainda, o que fez, não entende de ser humano.

  • Gege disse:

    Cadê os representantes de nossa classe e os órgãos de classe? Um maioral no alto da sua Onisciência condena e abre precedente para um absurdo deste. Esse achando que é linha de produção OU É UMA OFICINA MECÂNICA? Um desgraçado destes mama nas tetas do governo pra fazer sua justiça, será que houve imperícia mesmo ou, todos os fatores que estamos cansados de ver no plantão? Essa técnica teve direito de uma defesa?

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